Capa blog_ Pior do que treinar um funcionário e vê-lo ir embora, é não treiná-lo e vê-lo ficar

Pior do que treinar um funcionário e vê-lo ir embora, é não treiná-lo e vê-lo ficar

Essa provocação de Henry Ford ainda assusta muita gente no mundo corporativo. Mas a realidade é que manter profissionais despreparados na empresa pode custar mais caro do que qualquer capacitação.

E quando falamos em liderança, esse impacto é ainda maior.

Afinal, líderes não apenas entregam resultados, eles influenciam diretamente o comportamento, o clima, a produtividade e o futuro de toda a equipe. Um líder despreparado não erra sozinho: ele leva a equipe com ele.

Neste artigo, trago dados concretos e reflexões práticas para você, que ocupa uma posição estratégica, pensar no real custo de não desenvolver as lideranças da sua empresa.


O impacto silencioso de uma liderança despreparada

Toda empresa tem metas. Mas nem toda empresa tem líderes preparados para atingir essas metas junto com suas equipes.

Segundo um estudo da Gallup, 70% da variação de engajamento de uma equipe está diretamente ligada ao seu líder. Ou seja, o desempenho da liderança tem mais peso do que qualquer benefício, bônus ou estrutura física.

Parece exagero? Agora considere estes efeitos comuns de uma má liderança:

  • Aumento do turnover: profissionais pedem demissão de líderes, não de empresas.
  • Baixo clima organizacional: insegurança, ruído de comunicação e conflitos minam o ambiente.
  • Queda na produtividade: equipes mal lideradas operam no piloto automático, sem clareza de direção.
  • Cultura tóxica: lideranças desorganizadas, impulsivas ou centralizadoras contaminam o time.
  • Maior incidência de afastamentos por saúde mental.

A Forbes alerta que o custo para substituir um colaborador pode variar entre 50% e 200% do salário anual dessa pessoa, considerando custos de recrutamento, tempo de adaptação e perda de conhecimento interno. E quando a raiz do problema está no líder, esse ciclo se repete diversas vezes.


“Mas e se eu investir no meu líder e ele for embora?”

Essa é uma pergunta comum nos bastidores do RH e da diretoria.
Mas o risco maior é o contrário: e se você não investir, e ele ficar?

Um estudo da SHRM (Society for Human Resource Management) mostra que 75% das causas de desligamento voluntário poderiam ser evitadas com uma liderança mais preparada.

Se os bons líderes saem por falta de perspectiva e os que ficam estão despreparados, o ciclo de estagnação está instalado.


O verdadeiro custo do não-investimento

O portal G1 Economia trouxe recentemente um dado preocupante: mais da metade das empresas brasileiras promovem líderes sem qualquer preparação prévia. A promoção ainda é baseada apenas em tempo de casa ou performance técnica, ignorando competências comportamentais, emocionais e de gestão.

Resultado?

  • Líderes inseguros, que não sabem delegar.
  • Comunicação truncada entre áreas.
  • Ambientes que desmotivam em vez de inspirar.
  • Baixa retenção de talentos.

Tudo isso impacta diretamente nos lucros. Um levantamento da Deloitte aponta que empresas com programas consistentes de desenvolvimento de liderança têm até 37% mais receita por colaborador.


Treinar líderes não é um custo. É um ativo estratégico.

Desenvolver lideranças não se trata apenas de oferecer cursos soltos ou workshops motivacionais.

É sobre:

✔ Criar líderes conscientes do impacto que causam nas pessoas.
✔ Ensinar habilidades práticas para o dia a dia da gestão.
✔ Fornecer apoio contínuo para que eles cresçam com confiança.
✔ Estabelecer uma cultura de liderança que sustente o crescimento da empresa.

Na Vanusa Cardoso Academy, transformamos esse conceito em prática.


A metodologia que transforma líderes em protagonistas

Ao longo dos últimos 17 anos, desenvolvemos e aplicamos uma metodologia própria que já impactou milhares de líderes no Brasil.

Nosso método é:

🔹 Reconhecido pelo MEC
🔹 Validado por resultados práticos
🔹 Focado no comportamento e na estratégia
🔹 Flexível para diferentes tamanhos e setores de empresas

Mais do que formar “chefes”, nosso compromisso é preparar líderes protagonistas que saibam desenvolver pessoas, resolver conflitos, engajar seus times e tomar decisões com consciência e visão sistêmica.

E fazemos isso através de formações In Company, universidades corporativas e mentorias estratégicas com acompanhamento real.


Sua empresa está preparada para crescer com consciência?

Se você chegou até aqui, é provável que já tenha identificado algumas situações reais da sua organização neste texto.

Agora fica a pergunta: o que está sendo feito para mudar esse cenário?

Pior do que ver um bom profissional ir embora, é ver um líder despreparado ficando… e arrastando um time inteiro com ele.

Por isso, nossa sugestão é clara: invista hoje em quem vai sustentar o crescimento da sua empresa amanhã.


Conheça nossas soluções

Se você é RH, diretor ou gestor de pessoas, te convido a conhecer o que oferecemos na Vanusa Cardoso Academy:

Liderança na Prática In Company
Mentorias temáticas para líderes
Universidade Corporativa sob medida
Palestras estratégicas para eventos e equipes
Turmas abertas para pequenas empresas

📞 Converse com nossos especialistas e encontre a formação ideal para os líderes da sua empresa:

Por mais ECO e menos EGO na liderança.

Fontes e referências:

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Práticas sustentáveis na gestão de pessoas: como aplicar e garantir resultados

Você já reparou que, cada vez mais, os talentos buscam empresas que valorizam não apenas metas, mas também propósito, equilíbrio e responsabilidade social? Esse movimento vai muito além de um “benefício a mais” — ele redefine a forma como as organizações lideram, engajam e crescem.

Quando falamos em gestão de pessoas sustentável, não estamos só falando sobre meio ambiente. Estamos falando sobre uma liderança que cuida das pessoas, de suas jornadas, de suas relações e de como essas relações constroem o futuro da empresa.

Nesse artigo você vai encontrar:

  • O que realmente significa sustentabilidade na gestão de pessoas
  • Como esse conceito se desenvolve nas organizações mais modernas
  • Práticas acionáveis para implementar hoje e fortalecer sua cultura corporativa

O que significa sustentabilidade aplicada à gestão de pessoas

Sustentabilidade, em sua essência, refere‑se à capacidade de manter um sistema em bom funcionamento ao longo do tempo, mesmo diante de mudanças e desafios. E, no contexto empresarial, significa assegurar que os processos, as relações, os valores e as práticas durem — e de fato agreguem — sem esgotar pessoas, recursos ou reputação.

Aplicando esse olhar à gestão de pessoas, isso implica:

  • Que os colaboradores possam construir carreira, aprender, errar e evoluir com suporte
  • Que a liderança atue com sensibilidade e consistência, e não com improviso ou pressão contínua
  • Que a empresa adote uma visão de longo prazo, alinhando metas com bem‑estar, cultura e envolvimento

Em outras palavras: não basta crescer rápido. É preciso crescer bem.

Sustentabilidade corporativa: mais que um rótulo

Quando uma empresa assume o compromisso da sustentabilidade corporativa, ela vai além das iniciativas ambientais. Ela entende que o crescimento deve refletir também sobre seus colaboradores, comunidades e parceiros. Nesse modelo:

  • Os colaboradores não são vistos apenas como recursos, mas como aliados que representam propósito e futuro
  • O processo de seleção tem foco em valores, cultura e alinhamento, não só em habilidades técnicas
  • A liderança inspira, atua como exemplo e conduz com clareza e empatia
  • A comunicação interna se torna estratégica, transparente e humanizada

Assim, a empresa não apenas cria impacto externo, mas fortalece seu ecossistema interno, gerando cultura, engajamento e retenção.

Por que isso importa para a gestão de pessoas?

Quando a gestão de pessoas adota práticas sustentáveis, sua empresa começa a se diferenciar. Alguns efeitos visíveis:

  • Talentos valorizam trabalhar em ambientes que fazem sentido — o que impacta retenção
  • A cultura se torna um ativo competitivo e não apenas um discurso vazio
  • A credibilidade junto a parceiros e clientes tende a crescer, porque a marca se posiciona com coerência
  • Os resultados deixam de ser apenas operacionais e passam a refletir estratégia, propósito e reputação

Quando o colaborador se sente parte de algo maior, quando vê que a liderança cuida de fato das pessoas e dos processos, ele assume protagonismo — e isso faz toda a diferença.

Cinco práticas sustentáveis para adotar agora na gestão de pessoas

A seguir, práticas que qualquer empresa pode começar a aplicar — com ou sem grande investimento:

  1. Capacitação contínua com foco em impacto
    Estruture treinamentos que engajem o time em práticas de liderança consciente, cultura organizacional e sustentabilidade. Não apenas “tem curso”, mas “tem transformação”.
  2. Lideranças que vivem os valores
    O verdadeiro exemplo parte de cima. Líderes que internalizam valores, dialogam, dão prioridade à escuta ativa e encaminham processo de evolução inspiram o time a fazer o mesmo.
  3. Seleção por valores e alinhamento
    Na hora de contratar, avalie não apenas técnica, mas cultura, propósito e fit com a empresa. A pessoa que compartilha os valores tende a se engajar mais e gerar menos desgaste.
  4. Metas sustentáveis e indicadores humanos
    Além de metas de lucro ou volume, defina metas de desenvolvimento, de retenção, de bem‑estar e de impacto. O acompanhamento desses indicadores mostra que a empresa enxerga além do resultado imediato.
  5. Reconhecimento e recompensa alinhados ao propósito
    Faça com que a equipe entenda o “por que” por trás do trabalho. Reconheça comportamentos que alimentam a cultura, que promovem colaboração, que fortalecem a organização como um todo.

Sua empresa está preparada para essa mudança?

Hoje, os ambientes que mais atraem, retêm e potencializam talentos são aqueles que aliam performance com humanidade — que enxergam a sustentabilidade da gestão de pessoas como parte central da estratégia. Se sua empresa ainda “faz o básico”, talvez seja hora de elevar o nível.

Na Vanusa Cardoso Academy, com mais de 17 anos de atuação, sabemos que liderança de verdade se desenvolve com método, consciência e prática. Formamos milhares de profissionais para liderar com clareza, empatia e resultado.

Se você quer ver sua empresa evoluir com propósito e performance, fale com nossos especialistas. Estamos prontos para conduzir sua equipe rumo a uma gestão de pessoas mais sustentável, estratégica e de impacto.

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Absenteísmo: como medir, interpretar e agir antes que o prejuízo chegue

Você sabe quantas horas a sua empresa perdeu no último mês com atrasos, faltas e saídas antecipadas?
Mais importante ainda: sabe o que esses números realmente significam?

O absenteísmo vai muito além de uma métrica de RH — ele é um alerta silencioso sobre o que está acontecendo com as pessoas por trás das metas, dos processos e dos resultados.

Quando deixamos de olhar para isso com atenção, corremos o risco de tratar os sintomas e não a causa. Por isso, neste artigo, você vai entender:

  • O que é absenteísmo e por que é um indicador tão estratégico;
  • Como identificar padrões de comportamento que afetam a produtividade;
  • Como calcular, interpretar e agir com base nesse índice — com apoio de uma ferramenta prática e gratuita.

O que é absenteísmo

O termo “absenteísmo” se refere à ausência do colaborador em seu horário de trabalho — seja por faltas justificadas ou não, atrasos recorrentes ou saídas antecipadas.

Por mais comum que pareça, o absenteísmo se torna um problema sério quando começa a comprometer a entrega dos times, desorganizar os fluxos e, principalmente, sinalizar problemas de clima organizacional, saúde emocional ou desalinhamento de expectativas.

Um colaborador que falta com frequência pode estar desmotivado, adoecido ou até mesmo sobrecarregado. E ignorar esses sinais pode sair muito caro — em retrabalho, perda de talentos e baixa produtividade coletiva.

Por isso, calcular o absenteísmo não é só uma tarefa operacional: é uma forma de cuidar da empresa olhando para quem cuida dela todos os dias.

Como calcular o índice de absenteísmo?

A fórmula é simples. Mas o impacto que ela revela pode transformar sua gestão de pessoas.

Vamos ao passo a passo:

1. Calcule o total de horas a serem cumpridas

Some as horas de trabalho previstas para cada colaborador no mês, considerando a jornada regular.
Por exemplo, em um time com 50 pessoas que trabalham 8h por dia, de segunda a sexta, em um mês com 22 dias úteis:

50 funcionários × 8 horas × 22 dias úteis = 8.800 horas ideais de trabalho

2. Some as horas efetivamente perdidas

Aqui entram as faltas, atrasos e saídas antecipadas — todas convertidas em horas.

Se houver, por exemplo:

  • 10 faltas inteiras → 10 × 8h = 80h
  • 25 atrasos de 20 minutos → 25 × 20 min = 500 minutos = 8h
  • 5 saídas 1h mais cedo → 5h

Total de horas perdidas = 80 + 8 + 5 = 93 horas

3. Aplique a fórmula

Com os dois números em mãos, use a fórmula:

Absenteísmo (%) = (Horas Perdidas ÷ Horas Ideais de Trabalho) × 100

No exemplo:

(93 ÷ 8.800) × 100 = 1,05% de absenteísmo no mês

Use essa ferramenta gratuita para facilitar o cálculo

Para te ajudar a monitorar essa métrica com agilidade, criamos uma ferramenta gratuita: uma planilha simples e visual, onde você insere os dados e o cálculo é feito automaticamente.

📊 Acesse agora a ferramenta gratuita e comece a monitorar o índice de absenteísmo da sua empresa com mais clareza e inteligência:

ferramenta absenteismo

Com ela, você também acompanha a evolução mês a mês com gráficos automáticos e visualização facilitada para apresentações ou reuniões com o time de liderança.

Por que acompanhar esse índice mensalmente?

Assim como o turnover, o absenteísmo deve ser acompanhado com regularidade. Só assim é possível identificar tendências e agir antes que o impacto se torne estrutural.

Alguns sinais que podem estar por trás de um aumento no índice:

  • Falta de reconhecimento ou perspectivas de crescimento;
  • Problemas de saúde física ou emocional ignorados;
  • Clima organizacional tóxico ou mal gerido;
  • Sobrecarga crônica em equipes enxutas;
  • Desalinhamento de valores ou de propósito com a liderança.

Ao monitorar esses números, sua empresa ganha mais do que controle — ganha previsibilidade, consciência e caminhos para agir.

Absenteísmo não se resolve com advertência: se resolve com estratégia

Lembre-se: números contam uma história. E o absenteísmo conta a história de como sua empresa cuida (ou não) da saúde, do engajamento e da motivação dos seus colaboradores.

Acompanhar esse índice com inteligência é o primeiro passo para construir ambientes mais saudáveis e produtivos.

🎯 Quer apoio para interpretar os dados da sua empresa e desenvolver ações assertivas?
Converse com nossos especialistas e descubra a solução ideal para a sua realidade.

Capa blog_ 5 atitudes da empresa que fazem bons líderes irem embora

5 atitudes da empresa que fazem bons líderes irem embora

Você já se perguntou por que alguns dos melhores líderes da sua empresa decidiram sair?

Muitas vezes, a causa não está em fatores externos, mas sim em atitudes internas da própria organização.

Liderança não se trata apenas de cargos, metas e entregas. Ela está diretamente ligada ao ambiente, à cultura e à forma como os líderes são apoiados (ou não) no dia a dia.

Neste artigo, vamos explorar 5 atitudes comuns nas empresas que contribuem — silenciosamente — para a saída de grandes líderes. E, mais importante, o que pode ser feito para reverter isso.

1. Falta de autonomia e confiança

Ninguém quer liderar com alguém controlando cada passo. Quando a empresa centraliza decisões, bloqueia iniciativas e não confia no julgamento dos seus líderes, o ambiente se torna sufocante.

Autonomia com responsabilidade é um dos maiores impulsionadores de engajamento em cargos de liderança. A ausência disso não só desmotiva, como leva bons profissionais a buscarem ambientes mais saudáveis.

2. Excesso de pressão e metas inalcançáveis

Líderes estão acostumados a lidar com metas, mas existe uma diferença enorme entre desafio e sobrecarga.

Quando a empresa ignora a capacidade real das equipes, impõe prazos inviáveis e exige resultados desproporcionais, está sinalizando que a saúde mental dos seus líderes não é prioridade.

A médio prazo, o efeito colateral é claro: pedido de demissão.

3. Falta de reconhecimento estratégica

Nem todo reconhecimento precisa ser financeiro. Mas todo líder precisa de reconhecimento estratégico.

Isso inclui: envolvimento em decisões relevantes, acesso a conversas de negócio, valorização das entregas e visão de crescimento dentro da empresa.

Líderes que se sentem invisíveis ou subutilizados deixam de ver sentido no trabalho.

4. Cultura de comando e controle

Ambientes onde a hierarquia é mais importante que a escuta não atraem — nem retêm — líderes de verdade.

Cultura de comando e controle mina a criatividade, a colaboração e o senso de pertencimento. E gera um efeito cascata nas equipes.

Empresas que ainda operam nessa lógica não estão apenas perdendo líderes: estão perdendo talentos em todas as camadas da organização.

5. Ausência de investimento real em desenvolvimento

Enviar um e-book ou uma palestra não é preparar um líder.

Empresas que oferecem apenas formações genéricas ou motivacionais deixam seus líderes no escuro — sem ferramentas reais para lidar com problemas complexos como conflitos, gestão de desempenho, engajamento e estratégia.

Liderança exige preparo técnico, emocional e estratégico. E isso não se constrói com fórmulas prontas.

O que sua empresa pode fazer a partir de agora?

A resposta está na construção de uma cultura que valoriza, apoia e prepara suas lideranças com método e consistência. Na Vanusa Cardoso Academy, trabalhamos há mais de 17 anos formando líderes preparados para agir, não só discursar.

Nosso programa é:

✔️ Reconhecido pelo MEC
✔️ Validado por mais de 15 mil líderes
✔️ Aplicado em empresas de todos os portes em todo o Brasil

Mais do que teoria, entregamos método, estrutura e resultado real — com base em comportamento humano, psicologia, neurociência, gestão e coaching.

Se você quer líderes preparados para enfrentar os desafios reais da sua empresa, comece investindo da forma certa.

➡️ Fale com nossos especialistas e agende uma reunião.
Vamos juntos transformar a liderança dentro da sua organização.

Capa blog_ Como ensinar sua liderança a lidar com conflitos sem apagar incêndios todos os dias

Como ensinar sua liderança a lidar com conflitos sem apagar incêndios todos os dias

Conflitos fazem parte do dia a dia de qualquer equipe. Onde há pessoas, há diferenças de opinião, desafios de convivência, pressão por resultados e questões emocionais em jogo. E tudo isso é natural.

O que não pode ser natural é ver sua liderança passando os dias apenas apagando incêndios.

Quando os conflitos são mal gerenciados, eles viram rotina. Vão se acumulando, contaminando o clima organizacional e drenando a energia dos líderes e dos times. Em vez de focar em soluções, avanço e performance, sua equipe fica presa em mal-entendidos, disputas internas e ruídos de comunicação.

Liderança que vive apagando incêndio não consegue planejar, inovar ou crescer. E o pior: acaba se afastando das pessoas, comprometendo o engajamento e a retenção de talentos.

Não é sobre evitar conflitos. É sobre saber conduzi-los.

Empresas que formam lideranças maduras, conscientes e preparadas não apenas reduzem conflitos: elas transformam esses momentos em oportunidades de fortalecimento das relações e da cultura organizacional.

Mas isso só acontece com preparo. Não com improviso.

Por que tantos líderes falham na hora de lidar com conflitos?

Porque foram promovidos pela performance técnica, mas nunca foram preparados para os desafios humanos da liderança. E lidar com conflitos é um dos maiores deles.

Na ausência de método, os líderes acabam se apoiando em padrões nocivos: evitam conversas difíceis, se omitem diante de tensões, tomam decisões impulsivas ou mantêm favoritismos velados. Tudo isso gera ressentimento, injustiça, clima tóxico e desconfiança.

O resultado?

  • Equipes desmotivadas.
  • Ruídos constantes.
  • Colaboradores pedindo demissão.
  • Times entregando menos do que poderiam.

E o ciclo se repete.

Conflitos bem gerenciados fortalecem a liderança

Líderes preparados não têm medo do conflito. Pelo contrário: enxergam nele uma oportunidade de escuta, alinhamento e evolução conjunta.

Mas para isso, precisam desenvolver algumas competências essenciais:

Autoconhecimento
Antes de liderar o outro, é preciso liderar a si. Entender seus gatilhos emocionais, reconhecer seus limites e evitar reatividade é o primeiro passo para conduzir qualquer situação com maturidade.

Comunicação assertiva
Não adianta falar demais ou de menos. Um bom líder sabe comunicar com clareza, escutar com empatia e conduzir conversas difíceis sem agressividade ou omissão.

Inteligência emocional
Saber lidar com pressão, frustrações e expectativas sem desestabilizar a equipe. Líderes emocionalmente inteligentes geram segurança psicológica e evitam o efeito dominó de estresse dentro do time.

Mediação de conflitos
Conseguir identificar a raíz do problema, promover o diálogo entre os envolvidos e guiar a equipe para uma solução construtiva é o que diferencia um bom líder de um chefe que apenas reprime ou evita o problema.

O que sua empresa perde ao manter líderes despreparados para lidar com conflitos?

  • Turnover elevado: bons colaboradores desistem da empresa por não aguentarem mais o clima pesado ou a ausência de gestão.
  • Perda de produtividade: energia que deveria estar sendo usada para entregar resultados é desperdiçada em discussões internas, ruídos e retrabalho.
  • Queda de engajamento: a equipe perde a confiança na liderança e para de se comprometer com os objetivos.
  • Problemas de reputação: conflitos mal conduzidos chegam aos clientes, aos fornecedores e ao mercado.

Ensinar sua liderança a lidar com conflitos não é apenas uma questão de clima. É uma estratégia de negócio.

Na Vanusa Cardoso Academy, ensinamos o que fazer. E, principalmente, como fazer.

Estamos há mais de 17 anos no mercado, formando lideranças em pequenas, médias e grandes empresas de todo o Brasil.

Nosso método é prático, estruturado e validado por mais de 15 mil líderes. Temos reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e já fomos case de inovação no Google Brasil.

Nosso compromisso é com a aplicação real, com a transformação concreta da liderança e com resultados sustentáveis para a empresa.

Unimos psicologia, neurociência, comportamento humano, gestão e coaching em uma abordagem que forma líderes preparados para agir com empatia, firmeza e inteligência emocional, mesmo diante dos desafios mais complexos.

Sua liderança ainda está apagando incêndios?

Talvez esteja na hora de parar de improvisar e começar a preparar de verdade.

Converse com nossos especialistas e agende uma reunião personalizada: