Capa blog_ final de ano

Como planejar o budget de desenvolvimento para 2026 sem desperdiçar recursos

Todo final de ano traz a mesma corrida: fechar números, reorganizar prioridades e definir o orçamento do próximo ciclo. Mas existe um ponto que muitas empresas ainda subestimam e que costuma custar caro ao longo do ano:

o budget destinado ao desenvolvimento da liderança.

E quando esse investimento não é planejado de forma estratégica, o impacto aparece rápido:
rotatividade alta, equipes esgotadas, metas não batidas, conflitos recorrentes e uma cultura que começa a adoecer silenciosamente.

Ao longo de quase duas décadas desenvolvendo líderes em empresas de diferentes portes e segmentos, eu aprendi algo que mudou completamente a forma como oriento meus clientes:

não é sobre gastar mais, é sobre investir certo.

E isso começa antes do ano virar.


Por que planejar agora (e não quando o problema estoura)?

Muitas organizações só buscam treinamento quando a dor já chegou no limite:

  • aumento inesperado de demissões
  • líderes despreparados assumindo novos times
  • equipes desmotivadas
  • clima pesado
  • ruídos que viram crises

Mas existe um dado que precisa ser considerado:

(Fonte: Gallup, 2023)

Ou seja, quando a empresa espera “ver o estrago” para agir, o custo já multiplicou.

Investir antes custa menos do que remediar depois

  • Substituir um talento pode custar até 2x o salário anual dessa pessoa
    (SHRM, 2023)
  • Culturas adoecidas levam 18 meses para recuperar performance após alta rotatividade
    (HBR, 2022)

Planejar agora evita que 2026 seja um ano de apagar incêndios — e não de crescimento.


Os três maiores erros no budget de desenvolvimento (e como evitar)

1. Tratar treinamento como gasto pontual

Workshops isolados não transformam comportamento.

Empresas eficientes já entenderam que liderança não se aprende em um dia, mas em um ciclo estruturado de desenvolvimento contínuo.

2. Orçar sem diagnóstico

Comprar solução sem entender o problema gera desperdício.

Antes de decidir quanto, é preciso entender onde:

  • qual é o nível atual das lideranças?
  • onde estão os maiores riscos?
  • quais comportamentos precisam mudar primeiro?

Sem isso, o investimento vira tentativa, não estratégia.

3. Planejar início só depois do carnaval

Quando o desenvolvimento começa tarde, o impacto também chega tarde:

  • metas só engrenam no segundo semestre
  • times começam o ano desorganizados
  • novos líderes assumem sem preparo
  • ruídos se acumulam

Começar logo no primeiro trimestre garante integração, alinhamento e ritmo desde janeiro.


Como planejar o budget de 2026 de forma inteligente

1. Antecipe o ciclo de decisão

As empresas que estão fechando agora garantem:

  • valor de tabela de 2025
  • vagas com prioridade
  • início ainda no Q1
  • planejamento com calma

Esperar para 2026 significa entrar na fila ou ficar de fora.

2. Inclua desenvolvimento como item estratégico, não opcional

Não é um “nice to have”.
É o que sustenta:

  • performance
  • cultura
  • retenção
  • segurança psicológica
  • consistência de resultados

Empresas maduras não deixam isso para sobras de orçamento.

3. Escolha parceiros com método, não apenas conteúdo

O que realmente gera transformação:

  • acompanhamento contínuo
  • prática aplicada ao dia a dia
  • avaliação de evolução
  • consultoria próxima
  • adaptação ao contexto da empresa

Não é sobre quantidade de treinamentos é sobre profundidade e consistência.


O custo invisível de não planejar

Muitas vezes, o impacto não está no balanço, está nas pessoas.

Quando o desenvolvimento não acontece:

  • líderes permanecem no operacional
  • conflitos viram confrontos
  • feedback desaparece
  • boas pessoas começam a se desligar em silêncio
  • a empresa perde maturidade e ritmo

E isso não acontece de um dia para o outro.
Acontece aos poucos, até que fica caro demais para ignorar.


O que empresas vencedoras estão fazendo agora

Nos últimos meses, observamos um movimento claro:

  • reservando agenda de 2026 ainda em 2025
  • priorizando formações completas, não ações pontuais
  • integrando todas as lideranças desde o início do ano
  • planejando com orçamento já aprovado
  • evitando compras emergenciais

Esse é o caminho de quem age com visão, não reação.


Se eu pudesse resumir em uma única orientação

Não espere a dor chegar para então investir.
Resultados sustentáveis não começam quando o problema aparece.
Começam quando a empresa escolhe se preparar antes.

Liderança não é custo.
É o motor que define se a empresa vai escalar ou travar.


Se você deseja iniciar 2026 com suas lideranças preparadas, com método, profundidade e aplicação prática:

Garanta o valor de 2025 e sua vaga no primeiro trimestre.

Por mais ECO e menos EGO na liderança.


Fontes

  • Gallup, State of the Global Workplace Report, 2023
  • SHRM (Society for Human Resource Management), Talent Acquisition Report, 2023
  • Harvard Business Review, “The High Cost of Toxic Workplaces”, 2022
Capa blog_ Como contratar certo_

Como engajar mais sua equipe: um guia para líderes que querem construir resultado com conexão

Engajar uma equipe é muito mais do que motivar.
É criar um ambiente onde as pessoas tenham clareza, segurança, pertencimento e autonomia para entregar seu melhor.

Mas a verdade é que muitos líderes ainda acreditam que engajamento é “fazer o time trabalhar mais”, quando na realidade é fazer o time se sentir parte.

E aqui começa o grande desafio:
boa parte dos líderes, sem perceber, adota um estilo autoritário, distante e focado apenas em cobrança.
O resultado disso? Gente desmotivada, rotatividade alta, comunicação frágil e queda na qualidade das entregas.

A boa notícia é que engajamento pode ser aprendido.
E, como a Vanusa sempre diz, liderar é uma habilidade, não um dom.

Neste artigo você vai entender:

  • por que líderes autoritários destroem o engajamento
  • os tipos de liderança que existem e seus efeitos na equipe
  • o que fazer na prática para aumentar o engajamento hoje

1. O problema: muitos líderes ainda lideram no modo “autoridade”, não no modo “conexão”

O estilo autoritário é muito comum nas empresas:
líderes que dão ordens curtas, não escutam, centralizam tudo e acreditam que autoridade vem da cobrança.

Mas pesquisas mostram o contrário.

Segundo a Gallup, equipes que se sentem ouvidas têm 4,6 vezes mais probabilidade de se sentirem engajadas.
E líderes que praticam escuta ativa aumentam em até 60 por cento o engajamento das equipes.
Fonte: Gallup Workplace Study, 2023.

Ou seja:
conexão gera entrega. Distanciamento gera resistência.

2. Os tipos de liderança que impactam diretamente o engajamento

A forma como o líder se comporta determina a cultura emocional da equipe.
No curso da Vanusa, ela apresenta os principais estilos de liderança que aparecem dentro das empresas.

Aqui vão eles, explicados de forma simples:

Liderança Autoritária

Focada em comando e controle.
Alta cobrança, pouca escuta.
Funcionários obedecem, mas não se conectam.
Gera medo, não engajamento.

Liderança Liberal

O oposto do autoritário.
Dá liberdade demais e pouco direcionamento.
O time se perde, fica inseguro e também desengaja.

Liderança Técnica

Aquele líder super competente tecnicamente, mas pouco preparado emocionalmente.
Resolve tudo sozinho.
Cria dependência no time e sufoca o crescimento.

Liderança Inspiradora (o ideal)

Equilibra clareza com humanidade.
Cobra com respeito, orienta com propósito e escuta com presença.
Cria segurança psicológica e autonomia.
É o estilo que mais gera engajamento e resultados sustentáveis.

A missão da VCA é levar líderes da primeira e segunda categoria para essa última.

3. Como engajar mais sua equipe na prática

Aqui estão estratégias que qualquer líder pode começar hoje, baseadas na metodologia da Vanusa.

1. Desenvolva clareza todos os dias

Pessoas não se engajam com o que não entendem.
Defina metas claras, expectativas claras, prioridades claras.
Clareza é respeito.

2. Faça check-ins semanais

Reuniões curtas para entender:

  • como a pessoa está
  • o que está fluindo
  • onde precisa de apoio

Esses encontros fortalecem vínculo e previnem conflitos silenciosos.

3. Dê feedback como ponte, não como parede

Feedback constrói quando é:

  • específico
  • respeitoso
  • orientado a comportamento
  • acompanhado de direcionamento

Segundo a SHRM, equipes que recebem feedback contínuo têm 14,9 por cento menos chance de turnover.
Fonte: SHRM Research, 2022.

4. Reconheça comportamentos, não apenas resultados

Resultados mostram performance.
Comportamentos mostram caráter, cultura e constância.
Líderes que reconhecem comportamentos criam pertencimento.

5. Desenvolva autonomia com acompanhamento

Autonomia não é abandonar.
É definir o que, permitir que escolham como, e acompanhar o processo.
Equipes autônomas têm performance 17 por cento maior.
Fonte: Harvard Business Review, 2022.

4. Conclusão: engajamento não é sorte, é método

Quando líderes aprendem a se comunicar, escutar, orientar e reconhecer, o engajamento deixa de ser algo abstrato e se torna resultado concreto.

E como a Vanusa ensina:

pessoas + processo = resultados

Quanto mais preparados estão os líderes, mais forte é a cultura, mais madura é a equipe e mais sustentável é o crescimento.

Se você quer desenvolver líderes capazes de engajar, inspirar e transformar seus times, nós podemos ajudar.

👉 Conheça nossas formações e soluções corporativas no site da Vanusa Cardoso Academy.

Por mais ECO e menos EGO na liderança.

Capa blog_ Como contratar certo_

Como contratar certo? Confira passos de atenção

Contratar certo não é só “preencher vaga”.
É uma decisão estratégica que impacta diretamente cultura, produtividade, clima e resultados de longo prazo.

Quando uma empresa contrata bem, ela reduz conflitos, aumenta engajamento e fortalece a liderança. Quando contrata mal, paga uma conta alta, muitas vezes silenciosa.

Segundo o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, uma contratação errada pode custar até 30 por cento do salário anual do colaborador, considerando seleção, treinamento, queda de performance e desligamento precoce. (business.com)

Ou seja, contratar certo deixou de ser apenas uma boa prática de RH. Hoje é vantagem competitiva.

Neste artigo, vamos explorar o que significa “contratar certo” na prática e quais passos a sua empresa pode seguir para transformar o processo seletivo em uma alavanca real de resultado.


1. O custo real de contratar errado

Errar na contratação vai muito além do prejuízo financeiro direto.

Estudos mostram que:

  • Um mau contrato pode custar cerca de 30 por cento do salário do primeiro ano da pessoa contratada (business.com)
  • Cerca de 74 por cento dos empregadores admitem já ter feito uma contratação errada, e aproximadamente 80 por cento da rotatividade está ligada a decisões ruins de recrutamento (humcapinc.com)

Esses números não consideram apenas o custo de desligar alguém, mas também:

  • Tempo da liderança gasto “apagando incêndio”
  • Queda de moral do time
  • Perda de clientes ou qualidade de entrega
  • Impacto na confiabilidade do RH e da gestão

Em resumo, contratar errado é caro demais para continuar sendo tratado como algo “normal”.

2. O que significa contratar certo, afinal?

Contratar certo não é apenas encontrar alguém tecnicamente bom.
É encontrar alguém que:

  1. Entrega o que o cargo exige hoje
  2. Tem condições de crescer junto com a empresa
  3. Se conecta com a cultura e os valores da organização

Uma contratação acertada considera tanto o fit técnico quanto o fit comportamental e cultural.

Pesquisas em gestão de pessoas mostram que processos de recrutamento bem estruturados aumentam a probabilidade de o novo colaborador ter alinhamento com valores, permanecer mais tempo e ter maior satisfação no trabalho. (Electronics Group Recruitment –)

Ou seja, contratar certo é pensar menos em “vaga urgente” e mais em “pessoa certa para o futuro da empresa”.

3. Passo 1, comece pela clareza do papel

Muitas contratações já nascem tortas porque o problema começa no início, um cargo mal definido.

Antes de abrir a vaga, pergunte:

  • Qual é o resultado que essa função precisa entregar nos próximos 12 meses
  • De quais indicadores essa pessoa será responsável
  • Com quem ela se relaciona diretamente
  • Que tipo de decisão ela terá autonomia para tomar

Uma boa descrição de cargo não é só lista de tarefas, é um mapa de responsabilidade, resultado esperado e contexto.

Quando a empresa tem clareza do que realmente precisa, passa a atrair e avaliar melhor candidatos que fazem sentido para aquele desafio.

4. Passo 2, defina competências e comportamentos críticos

Depois da clareza do papel, vem a pergunta, como essa pessoa precisa ser para performar bem aqui?

Aqui entram as competências técnicas e comportamentais.

Exemplos:

  • Técnicas, conhecimento em determinada ferramenta, idioma, experiência em um tipo de operação
  • Comportamentais, capacidade de aprender rápido, flexibilidade, comunicação, gestão de conflitos, visão sistêmica

Lembrando que a liderança tem um peso enorme nesse processo. Estudos baseados nos relatórios da Gallup indicam que cerca de 70 por cento do engajamento da equipe está ligado diretamente ao gestor imediato. (Catalyst Brasil)

Se a liderança impacta tanto engajamento e performance, faz sentido olhar com muito carinho para as competências de quem decide, contrata e conduz pessoas.

5. Passo 3, use um processo estruturado (e não “intuição”)

Um dos maiores erros na contratação é confiar apenas em “feeling”.

A ciência mostra que entrevistas estruturadas, com perguntas padronizadas e critérios claros, geram decisões mais justas e previsíveis do que entrevistas soltas e informais. (Rework)

Pesquisas em psicologia organizacional apontam que:

  • Entrevistas estruturadas têm maior validade preditiva, ou seja, são melhores para prever desempenho futuro
  • Perguntas situacionais e comportamentais, do tipo “me conte sobre uma situação em que você…” ajudam a entender como a pessoa age na prática (ScienceDirect)

Um processo estruturado também:

  • Reduz vieses inconscientes
  • Garante que todos os candidatos sejam avaliados pelos mesmos critérios
  • Facilita a comparação entre perfis

Contratar certo exige método, não improviso.

6. Passo 4, avalie com profundidade, não com simpatia

Contratar por simpatia é um dos caminhos mais rápidos para uma contratação errada.

Algumas práticas que aumentam a qualidade da avaliação:

6.1. Entrevistas comportamentais

Perguntas que exploram experiências reais, por exemplo:

  • Conte sobre um conflito de equipe que você precisou mediar
  • Fale de uma meta desafiadora que você precisou alcançar e como estruturou o caminho
  • Me dê um exemplo de feedback difícil que você precisou dar

Essas respostas trazem indícios de como a pessoa pensa, sente e reage sob pressão.

6.2. Estudos de caso e simulações

Para cargos de liderança ou posições estratégicas, cases reais da empresa ajudam a avaliar raciocínio, tomada de decisão e aderência à cultura.

Pesquisas na área de avaliação de talentos mostram que combinar diferentes métodos, como entrevistas estruturadas e exercícios práticos, aumenta a precisão da decisão de contratação. (ScienceDirect)

7. Passo 5, olhe para cultura e valores tanto quanto para currículo

Muitas empresas quebram a cara porque trazem pessoas excelentes tecnicamente, mas que não se conectam com o jeito de trabalhar da organização.

Contratar certo envolve perguntas como:

  • Essa pessoa se enxerga nesse tipo de ambiente
  • Os valores dela conversam com os valores que a empresa defende
  • O estilo de liderança dela combina com o nível de autonomia e colaboração que queremos

Estudos em gestão de talentos reforçam que o alinhamento cultural está diretamente ligado à retenção de profissionais e ao engajamento de longo prazo. (Electronics Group Recruitment –)

Não se trata de buscar clones culturais, e sim de garantir coerência entre discurso e prática.

8. Passo 6, lembre que o processo não termina na contratação

Contratar certo é também integrar bem.

Um bom onboarding:

  • Apresenta claramente expectativas, metas e responsabilidades
  • Mostra a cultura vivida, não apenas o discurso
  • Garante que a liderança esteja presente nos primeiros meses, não apenas o RH

Um onboarding estruturado aumenta engajamento inicial e reduz a chance de desligamento precoce, algo que muitos estudos em gestão de pessoas vêm reforçando nos últimos anos. (Electronics Group Recruitment –)

Em outras palavras, contratar certo é um processo que continua nos primeiros meses de casa.

9. Dicas práticas para RHs, CEOs e diretores

Para transformar tudo isso em ação, algumas perguntas úteis para revisar o seu processo hoje:

  1. Vocês têm clareza do resultado que cada vaga precisa entregar
  2. O perfil de competências da função foi explicitado ou só está “na cabeça” do gestor
  3. As entrevistas seguem um roteiro estruturado ou cada gestor pergunta o que quiser
  4. Existem critérios objetivos para avaliar candidatos ou a decisão é tomada no “eu gostei mais desse”
  5. RH e liderança conversam sobre cultura, valores e comportamentos esperados de quem está chegando

Além disso, vale olhar para alguns indicadores:

  • Tempo médio de permanência dos novos contratados
  • Motivos de desligamento nos primeiros 12 meses
  • Feedback da equipe sobre a chegada de novos colegas
  • Impacto das novas contratações nos resultados e no clima

Contratar certo é um movimento de melhoria contínua.
Não é sobre nunca errar, é sobre errar cada vez menos e aprender rápido com cada processo.

10. Pessoas + processo = resultados

Na Vanusa Cardoso Academy, acreditamos em uma fórmula simples e profunda ao mesmo tempo:

pessoas + processo = resultados

Quando a empresa combina gente boa, liderança preparada e um processo estruturado de atração e seleção, o efeito aparece em:

  • Menos rotatividade
  • Mais engajamento
  • Times mais maduros
  • Cultura mais forte
  • Crescimento sustentável

Se a sua organização quer desenvolver líderes capazes de contratar certo, gerir pessoas com consistência e construir uma cultura saudável, conheça as formações da Vanusa Cardoso Academy.

👉 Conheça nossas formações e soluções para empresas no site da Vanusa Cardoso Academy.

Por mais ECO e menos EGO na liderança.

Referências

  • U. S. Department of Labor, estimativas de custo de contratação errada, compiladas em Business.com e outras análises de mercado (business.com)
  • Gallup, relatórios sobre engajamento e impacto da liderança no engajamento das equipes (Gallup.com)
  • Guias de entrevistas estruturadas e pesquisas sobre validade preditiva de entrevistas estruturadas para performance futura (Rework)
  • Estudos e artigos sobre recrutamento estratégico, alinhamento cultural e retenção de talentos (Electronics Group Recruitment –)

Capa blog_ P

Sua empresa tem líderes ou apenas ex-bons técnicos promovidos?

A cena se repete em muitas empresas: um profissional técnico, com ótimo desempenho individual, é promovido à liderança. Afinal, ele entrega muito bem, tem tempo de casa, conhece os processos. Faz sentido, certo?

Nem sempre.

Ser um ótimo executor não significa estar preparado para liderar pessoas. E esse é um erro caro — silencioso no início, mas devastador a longo prazo.

Neste artigo, vamos falar sobre o impacto de transformar técnicos em líderes sem preparo, mostrar dados que sustentam essa preocupação e provocar uma reflexão importante: sua empresa está formando líderes ou promovendo por conveniência?


O mito da promoção automática

Segundo o portal G1 Economia, mais da metade das empresas brasileiras ainda promovem líderes com base em critérios subjetivos como tempo de casa ou performance técnica, sem qualquer preparo para a nova função.

Na prática, isso significa colocar uma pessoa experiente em um cargo que exige outro tipo de habilidade: gestão de pessoas, inteligência emocional, comunicação clara, escuta ativa, visão sistêmica.

O resultado?

  • Líderes inseguros e sobrecarregados
  • Equipes desmotivadas e mal direcionadas
  • Clima tóxico e ruídos constantes
  • Alta rotatividade e baixa produtividade

Não é à toa que um estudo da Gallup aponta que 70% da variação no engajamento dos times está diretamente relacionada à qualidade da liderança.

Ou seja: se o líder não está preparado, a equipe inteira sofre — e a empresa paga essa conta.


“Mas ele era tão bom no que fazia…”

Sim, e provavelmente continua sendo.

Mas liderar é outro jogo.

Imagine pegar o melhor atacante do time e pedir para ele virar técnico da noite pro dia. Ele entende o jogo, mas não sabe conduzir o time. O mesmo vale para o ambiente corporativo.

A liderança exige um novo conjunto de competências. E negligenciar essa transição é desperdiçar dois talentos: o técnico que deixa de executar bem e o líder que não sabe liderar.


O impacto silencioso no resultado

Líderes despreparados tendem a:

  • Centralizar tarefas, dificultando o crescimento da equipe
  • Evitar conversas difíceis, gerando ruídos e conflitos
  • Tomar decisões impulsivas ou baseadas apenas na operação
  • Desestimular talentos promissores por falta de escuta e incentivo
  • Reforçar comportamentos nocivos à cultura da empresa

Isso tudo mina o desempenho coletivo. Um levantamento da Deloitte mostra que empresas com programas robustos de desenvolvimento de liderança têm até 37% mais receita por colaborador.

Treinar líderes não é luxo. É estratégia de negócio.


O que fazer, então?

A resposta é simples: formar líderes desde o início.

A transição de técnico para gestor precisa ser acompanhada. Não basta dar um novo cargo, é preciso dar um novo suporte.

Isso significa:

✔ Diagnosticar o perfil e o estilo de liderança da pessoa
✔ Oferecer treinamentos práticos e contínuos
✔ Criar espaços de troca, apoio e mentoria
✔ Avaliar o impacto da liderança na equipe
✔ Acompanhar o desenvolvimento com indicadores reais

Formar líderes é formar multiplicadores de resultados.


Como a Vanusa Cardoso Academy apoia esse processo

Na VCA, não acreditamos em soluções genéricas. Nosso método foi construído com base em mais de 17 anos de atuação no mercado, com resultados validados por mais de 16 mil líderes e mais de 160 empresas.

Oferecemos:

🔹 Formação completa para novos líderes
🔹 Diagnóstico de perfil e estilo de liderança
🔹 Mentorias com acompanhamento real
🔹 Universidade Corporativa sob medida
🔹 Programas In Company com metodologia reconhecida pelo MEC

Nosso compromisso é com líderes protagonistas, e com empresas que querem crescer com consciência.


Pronto para transformar bons técnicos em líderes preparados?

Se sua empresa quer deixar de reagir e passar a agir estrategicamente no desenvolvimento da liderança, esse é o momento.

📞 Fale com nossos especialistas e descubra a solução ideal para sua realidade:

Por mais ECO e menos EGO na liderança.