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Conheça 3 tipos de liderança e identifique qual é a sua

Quando falamos em tipos de liderança, precisamos analisar conceitos, perfis e atitudes. Um líder considerado de “alto nível”, é aquele que conhece tudo o que passa na sua equipe e com base nas informações que colhe, conserva atitudes que proporcionam o melhor desempenho do time – à fim de beneficiar as empresas.

Além disso, um líder que se diferencia no mercado, possui um relacionamento estratégico de confiança com a equipe e, com isso, consegue se adaptar a situações e tomar decisões consideradas importantes, a exemplo do que acontece com a liderança situacional.

Se você deseja conhecer os 3 tipos de liderança que escolhi para explorar neste artigo e, também, tentar identificar qual é o seu próprio tipo de liderança, continue comigo nessa leitura.

3 tipos de liderança que você precisa conhecer

Quais são os três tipos de liderança mais comuns? Conheça agora um pouco mais sobre cada um deles.

Líder Autoritário

O perfil autoritário ainda é muito comum. Geralmente é focado na execução e tem como pilar as “regras” pré-determinadas.

Neste tipo de liderança, a voz do líder é a única que importa e este perfil, muitas vezes, não considera a opinião dos liderados.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo.”

Este tipo de “persona” de líder costuma definir os caminhos a serem seguidos e inclusive, quem fará o que. A grande problemática, especificamente nesta situação, é que um colaborador pode acabar se envolvendo em um projeto que não converge com o seu perfil profissional – isso poderá acarretar em demora na entrega e baixa produtividade.

A equipe deste líder costuma ser desmotivada e, na maioria das vezes, não enxerga possibilidade de crescimento. Bons profissionais podem ser perdidos no meio do caminho e a empresa pode sofrer as consequências por fomentar este tipo de liderança.

Conheça algumas características do líder autoritário:

  • Relação de poder;
  • Não aplicação de feedbacks;
  • Pouca ou nenhuma escuta;
  • Pode aparecer em momentos de crise extrema.

Líder Democrático

Quando falamos de democracia, vamos no caminho oposto do autoritarismo. O líder democrático entende as pessoas e estimula os colaboradores a participarem, darem ideias, inovarem, sugerirem mudanças e, com isso, podem participar nas decisões da equipe de forma ativa.

“Nossa união será capaz de destronar qualquer prova de fogo!”

Contudo, este tipo de líder sabe que embora os liderados tenham poder de voz e sejam escutados, as consequências das decisões recairão sobre ele. Isso faz com que o líder democrático acompanhe de perto as decisões.

As características mais comuns deste tipo de liderança são:

Líder Liberal

Esta liderança pode ser excelente ou um desastre total, tudo dependerá de como e em que situação ela é aplicada.

O líder liberal costuma dar total liberdade para que os colaboradores possam realizar as suas atividades sem que haja uma supervisão invasiva.

“A confiança é nossa bandeira!”

Quando se tem uma equipe experiente e quando o líder conhece profundamente os seus liderados, essa liderança pode cair como uma luva. A confiança, neste tipo de liderança, é primordial. Além disso, é necessário identificar quais colaboradores se adequam a esse tipo de trabalho, pois o líder precisa perceber quais se sentem mais à vontade para realizar tarefas profissionais sem que haja uma figura de “chefe” ao lado.

Assim como o líder democrático, este tipo de perfil de liderança também é 100% responsável pelas consequências das decisões.

Veja algumas características deste tipo de líder:

  • Não costuma influenciar no trabalho individual;
  • Não costuma traçar planos a longo prazo
  • Sua influência entra apenas quando necessário.

Leia também: Como e quando posso elogiar em grupo?

Que tipo de líder eu sou?

Nesta altura do campeonato, você deve estar se perguntando: que tipo de liderança eu devo adotar?

E se eu te falasse que o ideal é que você aplique todos os tipos de liderança, em diferentes proporções e de acordo com cada situação?

Isso mesmo! Inclusive o Líder Autoritário!

Lembre-se que os times possuem pessoas e pessoas possuem perfis diversos. Não é preciso ir longe demais. Pense na sua trajetória profissional e tente lembrar dos indivíduos que representavam perfis como: o experiente, o perdido, o desmotivado, o influenciador.

Pensou? Agora pense que, como líder, você cruzará com estes perfis na hora de liderar, então é necessário lidar com cada um deles de forma diferente. Conhecer a equipe, permitirá que você desenvolva maneiras diferentes de lidar com cada colaborador. Lembre-se que a maioria dos times, geralmente, são heterogêneos.

A melhor maneira de ser um líder de sucesso é conhecendo a sua equipe. Desta forma, você conseguirá definir como se portar em situações distintas.

Aproveite para deixar nos comentários o que você achou deste material e se ele foi útil para melhorar a sua liderança.

Você também pode gostar de ler: Você é um líder e busca técnicas para fortalecer seu time?

Você também pode gostar de assistir: Liderança Situacional em momentos de crise

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Pipeline da Liderança: o que é e como aplicar na sua carreira

Uma casa só pode ser construída quando são respeitadas suas diversas etapas de evolução e execução. Se você colorir as paredes antes de finalizar o telhado pode ter um retrabalho desgastante. Essa analogia serve para a carreira do líder, assim como nos mostra a teoria do Pipeline da Liderança.

Eu gosto muito da forma como os criadores do Pipeline da Liderança visualizaram a evolução de um líder na empresa. Para Ram Charam, Stephen J. Drotter e James Noel a carreira do líder é composta por diversas tubulações (pipeline) pelas quais ele passará ao longo do tempo.

Sendo assim, entender a importância desse ponto de vista e de que forma os níveis da liderança afetam o sucesso (ou o insucesso) das pessoas, pode auxiliar na tomada de decisão dentro das empresas.

Liderar uma equipe pode ser uma missão almejada por muitas pessoas durante sua jornada profissional. Mas será que todas estão atentas ao que cada passo da evolução exige e espera?

À vista disso, desejo explorar o conceito de Pipeline da Liderança nas próximas linhas. Meu objetivo com esse artigo é despertar um novo olhar sobre a necessidade de preparação e foco em cada transição que o líder fará ao longo da vida.

Para saber mais sobre o que é o Pipeline da Liderança, por que você deve considerá-lo e quais são os níveis de transição pelo qual um líder pode passar, continue comigo até o final da leitura.

O que é o Pipeline da Liderança?

Essa é uma expressão que denota “canalização”. Ou seja, diz respeito a um conjunto de tubulações que se dividem em diferentes canais.

Calma que o assunto não é sobre sobre construção civil, por mais que a analogia seja extremamente compatível. Essa é uma forma metafórica de explicar os níveis de transformação pelos quais um líder pode passar ao longo da sua jornada.

Sendo assim, no Pipeline da Liderança os desdobramentos dos canos indicam as mudanças emocionais e disciplinares que o líder vai viver ao assumir tarefas mais complexas no avançar da sua carreira.

De acordo com o conceito dos autores, o Pipeline da Liderança tem 6 níveis de gestão. Ou seja, da mesma forma em que não se pode colocar o teto de uma casa sem construir as paredes, um líder terá sérios problemas ao galgar do primeiro nível para o 3º ou 4º, por exemplo.

Para evitar um desgaste, que também reflete na equipe, se faz necessário ter clareza sobre cada nível, identificando aquele em que se está bem como, o que precisa ser feito a fim de se preparar para o próximo.

Leia mais: O que é liderança situacional e como aplicá-la no dia a dia

Por que você precisa dar atenção do Pipeline?

Quando se fala em Pipeline da Liderança logo vem em mente o processo de sucessão ou transição.

Portanto, o líder precisa entender que cada nível da liderança requer um conhecimento e um desenvolvimento específico. Uma mudança por si só, já é promotora de desconforto. Agora imagine essa situação quando as etapas de planejamento e preparo são negligenciadas.

Os autores deixam claro que pular as etapas do Pipeline da Liderança resulta em consequências preocupantes, tanto para o profissional quanto para a empresa. Tal iniciativa pode causar uma “obstrução” do Pipeline.

Desta forma, dar a devida atenção ao conceito proposto favorece o líder e a equipe em diversos aspectos. Observe:

  • Melhora na estruturação dos treinamentos dos líderes;
  • Por conhecerem suas funções, os líderes tendem a trabalhar com maior assertividade em cada nível;
  • Identifica as pessoas com maior potencial para atuar em cada nível de gestão;
  • Facilita o planejamento das sucessões.

Os seis níveis de transição do Pipeline da Liderança

Ao chegar neste ponto da leitura você certamente quer saber como identificar o seu nível no Pipeline e, também, quais são as habilidades necessárias para avançar para o próximo.

Pois bem! Vamos conhecer os 6 níveis do Pipeline da Liderança a partir de agora.

Transição 1: de liderar a si mesmo para liderar (gerenciar) os outros (líder de primeira linha)

O primeiro estágio envolve os colaboradores no início da carreira e ainda com pouca experiência de liderança. Aqui o profissional deixa de ser um analista ou técnico e passa a ser um líder.

Os autores ressaltam que essa primeira transição é a mais difícil pois, cria-se um novo processo de identidade (é preciso tirar a roupagem de colaborador técnico e se apropriar da roupagem de líder). Neste estágio inicial o foco está no planejamento das suas atividades e da sua equipe, na capacidade de motivar, treinar, avaliar, selecionar e desligar colaboradores.

Transição 2: de liderar (gerenciar) os outros para gerenciar gerentes (supervisores/coordenadores que lideram os líderes de primeira linha)

Nessa etapa, os colaboradores já estão acostumados com a cultura da empresa e passam a assumir mais responsabilidades. Talvez essa diferença no nível de tarefas seja a característica mais distinta com a etapa anterior, pois aqui, a pessoa deve ser capaz de se desfazer das tarefas individuais para apenas gerenciar os outros.

Em termos de habilidades, o foco se volta à capacidade de avaliar e selecionar outras funções de primeiro nível, atribuindo-as aos colaboradores, ajudando-os com o trabalho gerencial e medindo o progresso para descobrir se a pessoa está apta ou não para passar para o nível seguinte.

Transição 3: de gerenciar gerentes para gerenciar uma função (gerente geral de unidade que lidera supervisores/coordenadores e gerentes de setor)

Neste terceiro nível, normalmente vemos a nomenclatura nas empresas como gerente geral da unidade. A diferença entre administrar gerentes e gerenciar uma função pode parecer sutil, mas existem vários desafios por trás desse processo. A chave do sucesso é desenvolver habilidades de comunicação para conseguir fazer parte da equipe e entender as necessidades e preocupações dos outros. Em outras palavras, o grande salto diz respeito à capacidade de enxergar e entender o quadro geral da empresa.

Transição 4: de gerente operacional a gerente de negócios (gerente corporativo de negócio de lidera gerentes gerais de unidades)

Nessa etapa, o gerente dá um grande salto na escala de liderança. Em contrapartida, precisará ter a capacidade de atuar sob maior pressão, uma vez que a autonomia para tomar decisões se expande ainda mais. Talvez essa seja a mudança mais importante no Pipeline de Liderança, já que as habilidades sofrem uma transformação interessante, passando de “ser capaz de gerir” para “ser capaz de liderar”.

Transição 5: de gerente de negócios a gerente de grupo (diretorias que lideram gerentes corporativos e gerentes gerais)

A diferença da fase anterior para essa é simples: enquanto um gerente de negócios se concentra nas conquistas de sua equipe, um gerente de grupo fica satisfeito e valoriza o sucesso de outros grupos.

Transição 6: de gerente de grupo a administrador de empresa (CEO que lidera diretorias)

Por fim, temos a última transição do modelo de Pipeline de Liderança, na qual os gerentes de grupo se tornam administradores de empresas, como CEOs, por exemplo. Neste momento, eles estão muito mais focados em valores do que em habilidades, uma vez que já aprenderam as habilidades necessárias em cada nível com sua experiência durante as transições anteriores.

O desenvolvimento dos líderes nessa última etapa deve enfatizar o pensamento visionário no lugar do estratégico.

E você, onde se encontra nesse momento?

Chegou a hora de olhar para a sua gestão e identificar qual é o seu nível atual de liderança. Ter clareza sobre esse ponto é fundamental em um processo de transição tranquilo e planejado.

Além do mais, assumir uma nova responsabilidade com segurança e compreensão assertiva das funções a serem executadas, só trará benefícios para todas as partes.

Antes de ir embora, comenta aqui embaixo: qual é o seu nível no Pipeline da Liderança?

Você também pode gostar de ler: Como aprimorar seu autodesenvolvimento e crescer na carreira?

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Você sabia que o líder pode transmitir ansiedade?

Se tem um momento repleto de ansiedade nas empresas, sem dúvida, é o que estamos vivendo. Ninguém estava preparado para uma pandemia, que levaria muitas empresas a migrarem para o trabalho remoto. Com essa surpresa, veio também um aumento no nível de estresse e ansiedade que assola líderes e liderados.

A medida que as economias se fecham e que o caos em torno do Covid-19 aumenta, fundadores, gestores e até os próprios colaboradores têm percebido uma certa fragilidade em negócios, gerando incerteza e medo do que pode vir.

Perceba! Do que pode vir. Não do que está.

Liderar quando se está ansioso é um desafio. E manter a postura de líder diante dos problemas pode ser ainda mais difícil.

Contudo, para que isso seja possível, é necessário conhecer e aceitar as suas emoções, senti-las e entendê-las.

Reconheça suas emoções e fique atento aos gatilhos de ansiedade

Ninguém vai muito longe quando ignora as emoções que sente. Não quer dizer que você precise desistir ou abandonar o barco quando está com medo, por exemplo, mas é preciso acolhê-lo e ressignificá-lo.

Você pode gerenciar as emoções que sente, incluindo a ansiedade.

Pense comigo: você está ansioso e aí começa a resolver tudo com pressa, sem medir consequências, sem fazer cálculos simples e de repente, tudo começa a desmoronar.

Já imaginou que você pode ter negado suas emoções? Ao deixar de lado as suas emoções como a ansiedade e o medo pode estar se jogando no mar de incertezas.

A questão é que quando você pensa que resolverá o problema, ao tomar tal atitude, acaba ficando cada vez mais ansioso e com medo, por não solucionar o que era necessário.

Quando você, antes de tudo, entende e acolhe o seu medo e a sua ansiedade, consegue traçar planos para lidar com esses sentimentos e com futuros problemas que possam surgir.

Como lidar com a ansiedade?

Lembre-se que os seus sentimentos são seus.

Sendo assim, é preciso rotular cada sensação que tem e identificá-las. Só assim poderá mudar as suas próximas atitudes. Mergulhe nos seus pensamentos, identifique quando estiver ansioso e administre isso com cautela.

Diversos estudos já provaram que pessoas que possuem uma compreensão maior sobre seus sentimentos, tendem a obter mais sucesso nas suas profissões e tarefas.

Quando você se entende com os seus sentimentos é capaz de melhorar o desempenho, os relacionamentos, torna-se inovador e capaz de atenuar conflitos na equipe.

Entender os seus gatilhos e quando se sente ansioso é necessário para administrar a ansiedade e ter bons resultados. Quando perceber que está ansioso, identifique quais reações físicas vêm com esse sentimento. Pode ser uma dor no estômago, uma aflição, um excesso de movimentação. Identifique-as, esse é o primeiro passo.

Anote qual foi a situação ou interação que gerou esse tipo de sensação e trabalhe para ressignificar esse momento, estude a melhor maneira de passar por ele sem que seu corpo sofra as consequências. Chamamos esses sinais de “indicadores” de ansiedade.

A ansiedade pode ser manifestar com aperto no peito, respiração superficial, mandíbulas cerradas, ombros tensos, sintomas gastrointestinais, erupções de pele, alterações no apetite e flutuações radicais de energia.

Será que eu sou um líder ansioso?

Você já se fez essa pergunta? Se a resposta for sim, talvez já tenha percebido a sua ansiedade e isso pode ser um excelente passo.

Abaixo, existem alguns elementos que podem ajudar a identificar se você é um líder ansioso. Marque com um “X” a cada afirmativa e ao final confira um resultado.

(  ) Você é tipo de pessoa que tenta abraçar situações demais na sua empresa?
(  ) Você apresenta certa dificuldade de delegar, por medo de que as coisas não saiam como o planejado?
(  ) Você percebe um aumento dos batimentos cardíacos quando entra em reuniões com seus diretores?
(  ) Você é o tipo de pessoa que enxerga perigo em tudo e tem medo de se arriscar por conta disso?
(  ) Quando você percebe que está diante de um problema, sua fuga é comer algo, tomar um café, beliscar um doce?
(  ) Você vai dormir pensando nos problemas que terá que resolver no trabalho no dia seguinte?
(  ) Durante o dia você costuma sentir tensões musculares com frequência?
(  ) Você costuma ter medo de falar em público?
(  ) Você costuma se preocupar em excesso com as coisas e isso afeta o seu desempenho no trabalho, fazendo com que acabe procrastinando em determinadas tarefas?
(  ) Você tem irritabilidade ou alterações de humor rotineiras?
(  ) Você tem dificuldade de se concentrar nas tarefas ou se sente cansado ao longo do dia?
(  ) Você tem problemas rotineiros de estômago, diarréia, cansaço ou aceleração cardíaca?
(  ) Você se considera uma pessoa perfeccionista?

Confira abaixo o resultado:

( 1 – 5 marcações) POUCO ANSIOSO
Você pode estar ansioso com alguns pontos no trabalho, mas pode administrar isso de maneira simples, sem muito esforço. Você já é um líder moderadamente controlado e, sem dúvida, se colocar as coisas no papel conseguirá conduzir tudo da melhor maneira.

(6 – 10 marcações) MAIS OU MENOS ANSIOSO
Talvez seja o momento de identificar o que causa a sua ansiedade, pois a sua equipe poderá sofrer no futuro as consequências deste sentimento. Lembre-se que, para gerir bem uma equipe, é necessário estar em harmonia com você mesmo. Comece a praticar exercícios físicos que te animam, treine a sua respiração, melhor sua alimentação e aproveite para identificar todos os gatilhos que despertam a ansiedade dentro de você.

(Acima de 10 marcações) MUITO ANSIOSO
Ok, é necessário avaliar a sua ansiedade! Se você continuar ignorando ela, você, seu time e até a própria corporação poderá sofrer consequências graves. É preciso identificar os gatilhos que despertam a sua ansiedade e trabalhá-los, para que você consiga ressignificar determinadas situações. Não negue o seu sentimento, abrace-o. Esta é a melhor maneira de melhorar!

É hora de gerir a sua ansiedade

Depois de entender quando ela surge, é preciso gerir a ansiedade. É preciso administrá-la diariamente para que você cresça como líder e para que seja mais produtivo.

Entenda quais situações você pode e qual não pode controlar. Entenda que nem tudo depende de você. Concentre-se na sua respiração, por exemplo, tente mudar o foco da atenção.

Tudo se resume a entender e a conhecer a si próprio.

Quando você conhece seus sentimentos, sem dúvida, consegue gerir cada um deles, de maneira eficaz.

E então, você identificou o seu nível de ansiedade? Tem vontade de trabalhar este ponto e virá-lo ao seu favor? Conheça o nosso curso Jornada Quarentena 4.0 Corporativa e leve a mudança para você e toda a sua equipe.

Aproveite e deixe nos comentários o que achou deste artigo.
A gente se vê na próxima semana, aqui no blog!

Ativo 2-100

5 formas de ser uma liderança motivadora

Sem dúvida alguma, o sonho de todo líder é ter uma equipe engajada, motivada e disposta a obter resultados que sejam satisfatórios para a empresa, apresentando soluções eficazes e que gerem crescimento. A liderança motivadora é um desafio gratificante.

Principalmente durante o isolamento social, ser um líder motivador tem sido um desafio para quem está à frente de uma equipe.

Sendo assim, esse é um convite para que possamos conferir junto a 5 dicas que separei a fim de alcançar um status, super bem vindo, de liderança motivadora. Vamos ver?

O que é liderança motivadora?

Ser um líder que motiva a equipe é estar presente em cada etapa dos processos de negócios, seja na venda direta ou na gestão do negócio.

Você consegue se imaginar em um ambiente que não te estimula e que, de certo modo, não gera crescimento ou agrega para seu desenvolvimento pessoal? Ruim, não é?

Por isso é importante se colocar no lugar dos membros do seu time. Empatia é a palavra que resume uma liderança motivadora. Por isso, preparamos cinco maneiras de você tornar a sua gestão mais eficaz e para que você consiga despertar o melhor das pessoas, durante a sua gestão.

Cada pessoa se motiva de uma maneira e é preciso entender isso, para que você consiga ser um líder motivador. Este é um dos maiores desafios. Afinal, se um líder não sabe o que motiva o time, como ele pode traçar planos para que a sua gestão gere resultados?

Quando você, como líder, identifica estes pontos, consegue despertar dentro de cada pessoa um motivo para dar o seu melhor. Estes motivos podem ser diversos: ambiente acolhedor, dinheiro, uma promoção, amigos e etc.

Desta forma, preparamos cinco dicas de ouro para ajudá-lo na missão. Confira abaixo:

5 formas de ser uma liderança motivadora

Apesar de desafiador é sempre possível.

Saber ouvir

Um líder que não sabe ouvir, não consegue entender o que o time precisa para se motivar. Lembre-se que você já esteve naquele lugar e não ter alguém que o ouça, sem dúvida, torna o trabalho um pouco mais desafiador.

Esteja preparado para entender e ouvir a equipe. Quando você abre espaço e cria esse tipo de relação de escuta com o seu time, pode se surpreender positivamente com as ideias e soluções que vêm ao seu encontro.

Dar feedbacks é ótimo, mas ouvir também é crucial

Todo mundo precisa de feedback.

Podemos usar como exemplo a era da internet, pois neste ambiente tudo o que fazemos é esperar feedback. Seja em uma foto que postamos no Instagram ou um vídeo que colocamos no YouTube, não é mesmo?

No trabalho não é diferente. Em tudo aquilo que colocamos o nosso esforço, esperamos um feedback – para elogiar ou para melhorar. Se algo está ruim e você não fala, continuará do mesmo jeito. Se algo está bom e você não fala, pode desanimar o colaborador. Se alguém está fazendo algo errado, sinalize. Se está fazendo algo certo, parabenize. Quando alguém vier lhe dar um feedback, esteja aberto. É preciso saber se você também está no caminho certo!

Não há crescimento, sem conhecimento

A evolução depende de entender a teoria. É claro que na prática há desenvolvimento, mas compartilhar conhecimento teórico também é uma excelente forma de motivar. Cursos, treinamentos e ações de imersão.

Tudo isso pode motivar o seu time e poderá valorizar a sua equipe. Afinal, se você como líder está ajudando ela a crescer, porque não ajudaria a impulsionar a empresa. A ideia de que todos podem crescer juntos, quando colocada em prática, é um excelente combustível para a impulsão do time.

Trace planos, desafie

Existem pessoas que só conseguem crescer diante dos desafios. Ao serem desafiadas, desperta-se dentro delas uma vontade de realizar. Trace planos, metas alcançáveis, mostre os caminhos, indique as responsabilidades e também fale sobre os desafios. Ao mesmo tempo, esteja pronto para auxiliar no processo. Mostre-se aberto a ajudar e apoiar o crescimento do seu colaborador. Desta maneira eles poderão se sentir como parte da empresa.

Reconheça, conheça, entenda o seu time

Bom, se você chegou até aqui, já deve ter entendido que a motivação é algo que precisa ser despertado individualmente.

Então, para causar esse despertar, você precisa conhecer o seu time. Qual é a motivação da pessoa que está ao seu lado, na jornada de crescimento da sua empresa? Dinheiro? Elogios? Promoção? A compra de um imóvel próprio?

Lembre dos integrantes do seu time sobre a importância do sucesso, para que eles possam alcançar os seus próprios objetivos. Atrele o sonho à caminhada e mostre o quão importante é o foco para a obtenção dos resultados esperados, tanto para ele quanto para a empresa.

E então, como você tem motivado o seu time?

Quais são os maiores desafios que você encontra na hora de estimular as pessoas da sua empresa? Deixa aqui nos comentários.

Aproveite para compartilhar este texto com alguém que você acredita que precisa lê-lo.

Deixo abaixo também o link do meu curso corporativo Jornada Quarentena 4.0, que poderá auxiliar você e toda a sua equipe a encontrar novas motivações, para chegarem juntos aos resultados esperados. Nos vemos na próxima semana!

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Treinamento e desenvolvimento de RH: benefícios e prática

Toda empresa é formada por pessoas, sejam elas colaboradores, clientes, fornecedores ou stakeholders. Sendo essa uma estrutura que existe baseada no ser humano e também, na entrega de valor a outros seres humanos, o treinamento e desenvolvimento de RH não pode ficar de fora do radar das empresas de sucesso.

A equipe de RH é aquela que está na linha de frente dos cuidados com as pessoas. Além de zelar por cada indivíduo que faz parte da empresa, precisa cuidar de si mesmo.

Passei por diversas empresas nos últimos anos e encontrei diferentes perfis de líderes e gestores de RH, assim como, singulares formas de praticar gestão de pessoas.

Mas algo sempre era comum: a preocupação que existe no treinamento e desenvolvimento de RH. Sendo esse um relevante escopo do meu trabalho, quero explorar o assunto com um maior nível de detalhes.

Portanto, se você deseja saber mais sobre a importância do treinamento e desenvolvimento de RH, quais são seus benefícios e os cuidados técnicos e éticos na condução de um treinamento interno, fique comigo até o final da leitura.

A importância do treinamento e desenvolvimento de RH

Treinar e desenvolver as equipes segue sendo uma premissa importante para se construir uma empresa que caminha alinhada aos seus propósitos, valores e objetivos. Ter pessoas verdadeiramente engajadas com essa tríade é fundamental para o crescimento sustentável da organização.

E quando se fala em treinamento, logo vem em mente a equipe que é responsável por isso: o RH.

No entanto, assim como os demais setores da empresa, a equipe do RH também precisa ser treinada e desenvolvida constantemente. E por este motivo, temos um tópico relevante aqui.

A equipe de RH tem diversas responsabilidades na empresa e dentre elas está a preocupação em desenvolver as pessoas ao mesmo tempo que zela pela sua saúde física e mental. Ou seja, vai muito além do que simplesmente abrir as portas para ouvir algumas reclamações pontuais.

Mas você já parou para pensar no quanto essa equipe também precisa de treinamento e desenvolvimento pessoal/profissional?

Benefícios do treinamento de RH

Pois bem! Eu quero trazer luz a essa questão.

A equipe de RH, assim como todas as outras, necessita de incentivos constantes de aperfeiçoamento e desenvolvimento pessoal e profissional. A empresa tem uma parcela considerável de responsabilidade nesse contexto.

Identificar as necessidades ouvindo a equipe é uma maneira inteligente de trazer a tona os temas que transformarão as pessoas que atuam no RH, de forma que elas estejam cada dia, mais alinhadas com os objetivos das empresas.

Dito isto, observe quais são os benefícios do treinamento e desenvolvimento de RH, que considero mais relevantes:

  • Pessoas alinhadas com os objetivos e propósito da empresa;
  • Um equipe preparada tecnicamente para promover o desenvolvimento das outras pessoas;
  • Conhecimento atualizado de técnicas, métodos e práticas de RH;
  • Equipes mais seguras e confiantes acerca do seu papel na empresa;
  • Promoção do desenvolvimento pessoal, a fim que de que a equipe seja cada vez mais eficiente e assertiva nos seus projetos.

Leia mais: O que é ser um Líder Coach

Cuidados técnicos e éticos na condução dos treinamentos na prática

Até agora nós falamos sobre a importância do treinamento e desenvolvimento da equipe de RH. Contudo, também entendemos que essa equipe é, muitas vezes, promotora e organizadora de treinamentos dentro das empresas.

Esse tópico trata exclusivamente deste ponto de vista.

Sendo assim, nas próximas linhas, você vai encontrar alguns dos cuidados técnicos e éticos que considero valorosos na condução de treinamentos dentro da empresas, sejam eles realizados pelo próprio RH ou por outros líderes.

Antes do treinamento

  1. Defina o objetivo do trabalho: “ao final deste treinamento os participantes serão capazes de…”
  2. Estruture a ementa: defina os conteúdos, número de encontros, horário, carga horária etc.
  3. Compreenda o perfil do grupo e adapte a sua linguagem. Comunicação não é o que eu digo mas o que o outro compreende.
  4. Defina a metodologia: expositiva, dinâmica de grupo, exercícios, jogos empresariais, gamificação, sala de aula invertida e etc.
  5. Estruture o plano de aula (com tempo, sequência dos conteúdos, recursos e equipamentos necessários).
  6. Alinhamento com a co-coordenação: caso trabalhe com co-coordenação faça os combinados (momentos que cada uma lidera as atividades, contribuições, etc).
    É extremamente importante o alinhamento dos facilitadores. Em nenhum momento um poderá invalidar o outro na frente do grupo.
  7. Prepare-se tecnicamente: estude com antecedência todos os conteúdos, simule as dinâmicas, faça testes em relação a sua habilidade no uso da tecnologia (vídeo chamada, compartilhamento de tela, links e etc).
  8. Prepare-se psicologicamente e fisicamente: utilize antes do trabalho recursos de técnicas de respiração e meditação. Evite fazer algo muito complexo antes da condução do grupo (trabalhos com grupo gastam muita energia). Alimente-se de forma leve antes do trabalho.
  9. Teste os equipamentos com antecedência: caso você vá utilizar vídeos e músicas, faça os testes antes.
  10. Acolha o frio na barriga: aprendi que o frio na barriga demonstra humildade. Se algum dia você deixar de sentir isso, tome cuidado.
  11. Pontualidade: caso o seu trabalho seja online, chegue com no mínimo de 10 a 15 minutos de antecedência na sala de vídeo chamada para receber as pessoas com carinho. Se o trabalho for presencial chegue com 45 minutos a 1 hora de antecedência para preparar a sala, testar equipamentos, distribuir materiais, e adaptar-se a atmosfera do ambiente.
  12. Prepare a sala com carinho: receba as pessoas com música (música conecta).
    Se o trabalho for presencial você poderá colocar um bombom ou mensagem na cadeira, colocar na sala uma essência refrescante, preparar a temperatura da sala (para maior conforto), por exemplo.

Durante e para finalizar o treinamento

  1. Esteja a todo tempo no estado mindfullness: o facilitador precisa estar 100% focado no grupo, no aqui e agora, com foco total. Recomendo que no momento do trabalho coloque o celular em modo avião para não haver nenhum tipo de dispersão.
  2. Se der branco, gaguejar ou perder o raciocínio, não seja severo com você, traga leveza para este momento, dê risada de você mesmo! Bom humor é mágico!
  3. Se perceber que transmitiu algum dado ou informação errada, peça desculpas ao grupo pelo equívoco e repasse imediatamente a nova informação. Se isso ocorrer, não entre no chicote interno, ele irá tensionar você e fará com que reduza a sua performance durante o trabalho. Perdoe-se, quem mais erra é quem mais tenta. Reconheça e vida que segue!
  4. Não entre em contratransferência caso seja questionado ou contrariado por algum participante do grupo: esse mecanismo e muitos outros fazem parte do funcionamento do grupo, não é com você (isso é do mecanismo grupal). Não leve para o lado pessoal, foque no seu propósito, não julgue este participante. Carroça vazia faz barulho, carroça cheia é silenciosa. As pessoas são carentes e muitas vezes ativam o arquétipo da criança (birrenta, barulhenta, apática, etc). Caso isso ocorra agradeça a contribuição e volte para o foco do grupo.
  5. Faça um fechamento especial: poderá utilizar música ou alguma técnica de desconexão. É importante que as pessoas saiam bem do treinamento.

Após concluir o trabalho recomenda-se que você faça um follow-up dos resultados e peça feedback.

O papel de Recursos Humanos na empresa

Se as pessoas compõem um dos pilares mais importantes de uma empresa, a equipe que zela por ela elas têm papel essencial.

É comum encontramos empreendedores que olham para o RH somente sobre o ponto de vista do Departamento Pessoal (DP), sendo que este é na verdade, um dos braços da Gestão de Pessoas. Enquanto o DP é responsável pela folha de pagamento, impostos, banco de horas, férias, rescisão e etc., o setor de Recursos Humanos vai além, trazendo a humanização para dentro da empresa.

Dedicar-se as pessoas sempre foi importante.

E a cada dia que passa essa se torna uma realidade legítima dentro das empresas, de forma que desenvolver as pessoas não é mais uma opção, mas sim, algo que tem papel fundamental na jornada de sucesso da empresa.

Portanto, líder, treinar e desenvolver as pessoas é uma decisão inteligentíssima.

Você também pode gostar de ler: O que é liderança situacional e como aplicá-lo no dia a dia

Antes de ir embora, comenta aqui embaixo como é o processo de treinamento e desenvolvimento do RH da sua empresa.

Viva no presente – A importância de esvaziar a mente

As coisas acontecem muito rápido no mundo online, e isso vem refletindo no nosso dia a dia, afetando nossa paciência. Qualquer período de tempo parece ser tempo demais quando precisamos esperar, e tempo de menos quando precisamos produzir.

Temos as tarefas de casa, do trabalho, filhos, contas para pagar, coisas a serem resolvidas, questões de saúde e uma lista enorme de preocupações, prazos e metas. Com tudo isso para resolver, fica difícil focar no presente.

O futuro nos preocupa e o passado nos assombra

Não são apenas as preocupações com o futuro que invadem nossa mente e nos tiram o foco. Às vezes, é o passado que surge para nos atrapalhar com conflitos mal resolvidos, arrependimentos, lembranças ruins. Tudo aquilo que já aconteceu, não temos como mudar, e que deveria servir apenas como experiência e aprendizado.

Perdemos tempo pensando na falta de tempo

A preocupação exagerada com os prazos de entrega geram ansiedade, atrapalhando, atrasando ou até mesmo impedindo a realização dessas tarefas. Ficamos paralisados diante dessa preocupação com prazos, enquanto deveríamos estar realizando a tarefa a fim de terminá-la no tempo estipulado, e o que acontece no futuro é consequência do que fazemos no presente.

Como viver no presente?

Existe um exercício simples da neurociência que pode nos ajudar a conseguir deixar de lado o que já aconteceu e o que pode vir a acontecer, nos permitindo focar no agora. Esse exercício consiste em listar todas as tarefas que precisam ser feitas, depois organizá-las em ordem de urgência. Essa simples atividade ajuda a organizar os pensamentos e nos permite uma visão mais clara de nossas obrigações, tornando prazos e o número de tarefas menos assustadores. É importante observar também quais preocupações são desnecessárias, como quando nos preocupamos com coisas inevitáveis, das quais não há nada que podemos fazer para mudar a situação. Nesse caso, a preocupação causará apenas estresse, sem resultados positivos.

Exercício:

Primeiro pegue uma folha branca e esvazie a mente. Liste tudo aquilo que lhe incomoda, tudo mesmo, tanto profissional quando pessoal, tudo que te incomoda, lhe atrapalha e que tira a sua paz.

Após terminar a listagem, olhe pra esta lista e coloque em ordem de prioridade, numerando-as, não somente as mais urgentes as que trarão mais satisfação.

Depois, observe tudo que há na lista e verifique se você tem poder de mudar aquilo que lhe incomoda.

Por exemplo, “estou preocupado com alguém da minha família que está doente”, apesar de isto lhe preocupar não há como você mudar a saúde desta pessoa, “mas o que posso fazer para aliviar essa preocupação?” Bom, você pode fazer uma vídeo chamada, ligar para ela ou mandar uma mensagem de carinho.

Não adianta se preocupar com este tipo de situação, que não depende de nós, faça apenas aquilo que está dentro da sua alçada para aliviar a sua preocupação e se prevenir. Devemos focar naquilo que podemos resolver, onde somos os protagonistas, assumirmos essa auto responsabilidade e agir!

Em qual dos 5 ESTÁGIOS DA MUDANÇA você está?

Estamos vivendo, sem dúvida alguma, uma das maiores mudanças que já tivemos a oportunidade de experimentar.

Toda mudança passa, necessariamente, por 5 estágios e, dependendo da maturidade emocional que temos, passamos mais rapidamente – ou não – por essas fases.

Identifique em qual dos estágios abaixo você se encontra:

NEGAÇÃO: Sentimento de descrença. Por exemplo: “O quê? Trabalhar em casa? Nem pensar, isso não será necessário…Não deve ser nada sério?”;

RAIVA E LUTA: Sentimento de revolta, injustiça e/ou ira emocional. Por exemplo: “Estou com muita raiva de tudo isso, 2020 estava indo tão bem, porque logo agora?”;

NEGOCIAÇÃO: Momento de barganha interna ou externa. Por exemplo: “Até entendo que isso é sério, mas não vai acontecer comigo, sou jovem. Isso só acontece com idosos e entendi que não preciso mudar nada da minha rotina.”;

DEPRESSÃO | TRISTEZA | PARALISAÇÃO: Sensação de baixa de energia, tristeza e tédio. A pessoa fica paralisada temporariamente, sem saber o que fazer diante do novo cenário. Sente-se sem energia para a mudança. Por exemplo: “Estou muito triste, não consigo fazer mais nada além de pensar no que está acontecendo, não sei o que fazer, só tenho vontade de ficar na cama!”;

ACEITAÇÃO: Nesta fase começa, de forma racional, o processo de compreensão sobre a mudança. Conseguimos perceber com clareza que estamos vivenciando um problema complexo, no entanto começamos a entrar novamente em movimento. Começamos a criar estratégias para lidarmos com o novo cenário e criamos soluções. Por exemplo: “Eu tive uma ideia de um projeto que posso começar a fazer agora na minha empresa. Vou tirar do papel meu projeto que tinha colocado na gaveta há alguns anos. Vou tentar passar por essa fase com o máximo de saúde emocional, financeira e psicológica possível. O que tenho controle farei as intervenções e o que não tenho como mudar aceitarei sem ficar me pirando!”;

Toda mudança passa, necessariamente, por esses 5 estágios e sempre haverá o processo CONGELA – DESCONGELA – CONGELA.

Lembre-se, quanto mais rápido você tomar consciência destes estágios e ir para a aceitação de forma madura emocionalmente, mais rapidamente conseguirá se recompor e criar novos cenários, com as novas possibilidades.

Como diria Mario Sergio Cortella:

“Faça o seu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda!”

E aí, em qual destes estágios você se encontra neste momento?
Deixa nos comentários!

Confira também a entrevista exclusiva, que cedi à CBN, sobre os desafios que os líderes estão enfrentando neste momento complexo que estamos passando:

Listen to “Entrevista Vanusa Cardoso CBN 30mar” on Spreaker.

BLOG FINANÇA

Você gasta mais do que pode? Esse texto é pra você!

Você é daquelas pessoas viciadas em compras? Não pode ver uma promoção, que sai correndo para “aproveitar”? Comprar algo novo, principalmente quando está “abaixo do preço”, pode parecer algo imperdível, uma oportunidade única e às vezes adquirimos mesmo sem precisar do produto. Quem nunca pensou “talvez um dia eu precise disso”? Com os cartões de crédito e as lojas on-line, as compras estão, literalmente, sempre há um clique. Mais de 60 milhões de brasileiros têm dívidas que não conseguem pagar, e você não quer ser um deles, ou quer?

Você acredita que os cartões de crédito são facilitadores ou vilões?

Os cartões de crédito podem facilitar as nossas vidas, permitindo a compra de algo urgente sem ter o dinheiro necessário naquele momento, possibilitando dividir o valor em parcelas e facilitando a assinatura de serviços. Mas aquele modelo novo de celular e aquele colar lindo na promoção não são coisas urgentes, certo?

Geralmente, ao comprarmos com o cartão, temos a impressão de que não estamos realmente gastando nosso dinheiro. Isso acontece porque não vemos o valor em dinheiro sendo entregue no momento da compra, apenas no pagamento da fatura, um mês depois. O parcelamento também contribui com a ideia de que nossa dívida é menor do que ela realmente é. E não se engane, o dinheiro que você realmente pode gastar é diferente, e provavelmente muito menor, que o limite do seu cartão!

Aqui vai um desafio: faça as contas! Quanto você gastou em cartão de crédito no último mês? Anotou? Quanto, em porcentagem, esse valor representa do seu salário líquido? Depois de pagar o cartão, o aluguel, aquela dívida pendente, luz, água, quanto sobra para o seu lazer e investimentos no fim do mês? Ou você ainda não realiza investimentos e usa como o desculpa o fato de estar sem dinheiro, quando na verdade todo o seu dinheiro vai para parcelas do seu cartão de crédito? Cuidado! Você pode estar se autossabotando.

Não caia na armadilha das promoções

O fato de algo estar em promoção nos traz a ideia de que estamos diante de uma oportunidade única e imperdível de adquirir algo, mesmo quando não estamos precisando. Sendo ou não uma oportunidade única, se você não precisa, você não deveria querer!

Outro fenômeno das promoções é a impressão de que o novo preço é um valor pequeno, por causa da comparação com o preço antigo, mesmo que esse valor seja muito alto para o nosso bolso. Olhe os preços promocionais comparando com o que você pode pagar e não com o valor antigo.

Uma boa forma de evitar ter contato com promoções de produtos que não precisamos é descadastrando nosso e-mail da lista de promoções de lojas e desativando as notificações de aplicativos de compras no smartphone. Acesse os sites e apps de compras apenas quando surgir a necessidade real de adquirir um produto e vá direto ao que precisa, sem ficar passeando pela loja. Lembre-se que o objetivo da loja é vender!

Querer não é o mesmo que precisar

Antes de comprar um produto ou contratar um serviço, é bom analisar se aquilo é realmente necessário, ou se é apenas uma vontade momentânea ou até mesmo a influência de um bom vendedor. Outra dica é deixar a compra para um outro momento, quanto mais tempo esperamos para tomar a decisão final, melhor, pois evita a compra por impulso e garante tempo para perceber se realmente há a necessidade daquele produto ou serviço.

Ficar apenas reclamando da situação e não ir em busca de uma solução não vai fazer as contas diminuírem. É preciso força de vontade e determinação para mudar a situação. Não fique parado só observando todo o seu salário indo embora! Adquira educação financeira e perceba como a sua vida pode melhorar. Conheça o nosso novo curso “Líder Pleno” e descubra os benefícios de fazer o seu dinheiro trabalhar para você e os impactos que isso pode ter no seu dia-a-dia!

5 dicas

5 passos para uma boa gestão

Diversas empresas abrem e fecham diariamente e, muitas delas, vão a falência por conta de má administração. Para impedir isso e garantir o bom funcionamento da organização é fundamental rever a gestão do seu negócio. Preparamos cinco passos que podem te ajudar a ter uma gestão mais eficaz:

É preciso planejamento e organização

Esta é, sem dúvida, uma das etapas mais importantes. Um planejamento bem feito é essencial para que tudo funcione como esperado e da melhor maneira possível. É extremamente importante organizar a parte financeira, estrutural e de relacionamento entre os colaboradores.

Melhore a comunicação

A comunicação é parte fundamental para o bom relacionamento e desempenho de qualquer equipe. Por isso é importante saber falar de maneira clara e objetiva, atentando-se para a maneira que a mensagem foi recebida e certificando-se de que não restaram dúvidas.

Dar feedback é essencial para o crescimento dos colaboradores, para que cada um saiba o que está fazendo corretamente e em que precisa melhorar. Na hora de um feedback de melhoria, pergunte e tente compreender o que está causando o problema, com empatia e sem julgamento.

Crie objetivos e metas reais

Com objetivos claros é possível definir metas mais precisas, de acordo com o desempenho de cada equipe. Essas metas podem servir de motivação para que os colaboradores se dediquem com mais foco às tarefas e tornem-se mais produtivos. Metas exageradas geram ansiedade, estresse e cansaço, dificultando a conquista dos objetivos.

Seja líder, não chefe

Um bom líder pode fazer uma grande diferença no desempenho e produtividade de uma equipe. O líder deve servir de exemplo e trabalhar junto de sua equipe, sempre mostrando como as tarefas devem ser feitas, reforçando o que já está certo e corrigindo o que está errado.

Um líder despreparado pode desmotivar e, consequentemente, causar uma queda de desempenho em sua equipe. Um feedback feito a partir de um mal julgamento, por exemplo, pode causar estresse e até piorar ainda mais a situação.

Acompanhe a sua equipe de perto

Acompanhar o desempenho dos colaboradores, identificando as dificuldades e habilidades de cada um, é importante para o planejamento da distribuição de atividades de forma que a produção se torne mais otimizada. Também é preciso observar o desempenho de cada um para poder dar o feedback, ajudando no desenvolvimento do profissional.

Lembre-se: é preciso pensar a sua gestão para as pessoas que trabalham junto com você e não só para você. Ser um bom líder e ter uma boa gestão requer estudo, prática e, principalmente, empatia.