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Como aprimorar seu autodesenvolvimento e crescer na carreira?

A partir de qual lente você tem olhado para sua carreira e sua vida? Winston Churchill, político e escritor britânico, afirmava que “O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade”.

Em qual dessas coisas você tem focado? Nos obstáculos ou nas chances?

Para quem deseja ter sucesso, é fundamental desenvolver uma mentalidade otimista e pronta para lidar com os desafios de maneira construtiva. Afinal de contas, desenvolvimento pessoal e profissional andam lado a lado.

Pensando nisso, apresentamos, a seguir, algumas dicas para você aprimorar seu autodesenvolvimento e ter crescimento na sua carreira. Confira:

Invista em autoconhecimento

“Quanto mais me conheço, mais me curo e me potencializo”. Já diria José Roberto Marques, presidente do IBC. Pare e pense: numa escala de 0 a 10, o quanto você tem investindo em seu autoconhecimento?

Pequenos hábitos, como reservar alguns minutos do dia para refletir sobre as atitudes que teve, podem fazer toda a diferença. Quais ações foram positivas e convergem com seu propósito? E quais não?

Outra sugestão é pedir o feedback de pessoas em quem confia. Pergunte a elas qual a opinião a respeito da sua conduta.

Mais uma dica: invista em processos de psicoterapia, coaching, reiki ou
massagem relaxante, meditação, essenciais para que mente, corpo e psiquê se mantenham saudáveis.

Também busque ferramentas científicas que ajudem você a ter mais clareza sobre seu potencial como exemplo o Extended DISC.

 

Saiba administrar o tempo

Para potencializar seu tempo é fundamental ser seletivo nas tarefas que realiza ao longo do dia.

Também é importante se apropriar de uma ferramenta simples e poderosa: a agenda. Por meio dela você se tornará mais organizado e eficiente.

No entanto, atenção: para tal, é fundamental utilizá-la SEMPRE, tanto para compromissos pessoais quanto profissionais. O que nos leva ao próximo tópico:

Tenha disciplina

21 dias. Esse é o tempo necessário para modificar um hábito simples. Se utilize disso como vantagem estratégica. Liste todos os padrões que gostaria de mudar e estabeleça o desafio de fazer isso rigorosamente por esse período de 21 dias.

A disciplina é indispensável para não perdermos o foco. Portanto, dê a si mesmo os comandos certos para você e cumpra!

Mantenha-se motivado

Você necessita de estímulos externos para fazer algo ou é uma pessoa que se automotiva?

Identifique o que realmente deixa você entusiasmado. Para tanto,  analise sua trajetória profissional e acadêmica e tente perceber quando e porque você foi mais feliz.

Também detecte as interferências, sejam internas ou externas, que roubam sua energia e empenho. Após isso, busque resolver tais interferências, assim conseguirá manter-se mais firme nos seus objetivos e sonhos.

Quer mais dicas? Prepararmos com todo carinho um e-book para você,  é gratuito!

E então? Gostou das dicas? Para ter acesso a muitas outras estratégias de aprimoramento pessoal e profissional baixe gratuitamente o nosso e-book Dicas de Autodesenvolvimento e Carreira.

Além dos tópicos aqui citados, abordamos outras habilidades como criatividade, liderança, comunicação, gestão de pessoas, e muitas outras. Até a próxima!

Comunicação Não-Violenta

Como praticar a Comunicação Não-Violenta?

A maior parte dos conflitos que temos com outras pessoas, seja em ambientes pessoais ou corporativos, é causado não propriamente pela divergência de opiniões, e sim pela forma como expomos nossas ideias.

Porém, quando nos propomos a falar sem julgamento e escutar genuinamente na essência, temos a oportunidade ímpar de vivenciar relacionamentos mais saudáveis.

Tendo isso em vista, o psicólogo Marshall Rosenberg desenvolveu o conceito de Comunicação Não-Violenta (CNV) com o intuito de estimular as pessoas a construírem relações mais empáticas. Neste post explicamos um pouco mais sobre esse método e damos dicas, com base nas quatro etapas da Comunicação Não-Violenta, de como criar relações mais pacíficas. Confira a seguir:

Afinal, o que é Comunicação Não-Violenta?

Esse conceito parte do pressuposto de que, embora desejemos a harmonia e a cooperação, o confronto com familiares, colegas de profissão e demais pessoas com opiniões ou culturas diferentes da nossa, nos induz a reações repetitivas e automáticas que perpetuam ciclos de emoções dolorosas. Raiva, punição, vergonha e culpa são alguns dos sentimentos que fazem parte dessa lógica comportamental.

Diante disso, a Comunicação Não-Violenta se baseia em habilidades de linguagem que reforçam a conexão do indivíduo com suas necessidades profundas, para que o mesmo possa deixar claro para o outro o que deseja e
desse modo seja capaz de estabelecer um diálogo mais assertivo.

Caso queira tornar-se mais consciente em suas respostas, continue a leitura e descubra como praticar a Comunicação Não-Violenta.

 

1. Observe de maneira descritiva e não julgadora

Há uma sutil diferença entre afirmar e julgar. O primeiro verbo se refere a uma descrição de fatos sem generalizações ou exageros linguísticos como “sempre”, “nunca”; e “jamais”. Já a segunda palavra está carregada de adjetivos que transformam um retrato particular sobre alguém numa história taxativa e geralmente parte de um ponto de vista arbitrário.

Por exemplo, a frase “Puxa vida, você nunca participa das confraternizações da empresa” tem um tom julgador, ao passo que, ao dizer “Puxa vida, você só veio duas vezes esse ano nas confraternizações. Sentimos saudade da sua presença!”, o gestor está praticando uma Comunicação Não-Violenta, pois ao invés de criticar o comportamento do colaborador está exprimindo sentimentos e estimulando o funcionário a participar das próximas celebrações.

Em outras palavras, evite fazer julgamentos, pois isso cria uma reação defensiva e exercite sua mente para que, cada vez mais, você seja capaz de expressar-se com compaixão.

 

2. Afirme o sentimento que a observação lhe desperta

Experimente nomear as suas emoções, isso faz com que o outro compreenda com mais facilidade o que você está sentindo. Tem enfrentando problemas de convivência com algum colega de trabalho? Diante de circunstâncias assim, a maioria de nós é impelido a fazer acusações e questionamentos.

Ao invés de assumir uma postura inquisitiva e propensa a interrogações tais como: “Por que você não fala comigo? Por acaso te fiz alguma coisa?”, treine identificar quais sensações essa situação lhe desperta, chame o colega para conversar e expresse seus sentimentos. Uma boa maneira de iniciar o diálogo seria: “Notei que temos conversado muito pouco (observação). Estou preocupado com isso”. Esse tom propicia a conexão entre os interlocutores e estimula ambos a buscarem um espírito de respeito mútuo e cooperação.

 

3. Fale dos desejos e necessidades que trazem esses sentimentos à tona

Ao compreender os seus sentimentos, você pode encontrar as necessidades e desejos por trás deles. Fazer declarações a respeito disso o ajudará a ter clareza sobre o que ocorre no seu coração ou no do outro no instante da
conversa.

Ao enfrentar um conflito no trabalho, uma pessoa que ainda está imersa no modo de se comunicar julgador diria: “Por que você vira a cara quando eu passo?”. Consegue notar a agressividade e estímulo ao confronto? Outro caminho mais conciliador seria utilizar as seguintes palavras: “Vejo que você afasta o olhar enquanto falo e anda falando tão baixo que mal posso escutá-lo (observação). Me sinto desconfortável (sentimento), pois preciso de um pouco de contato agora”. Bem melhor, não é mesmo?

 

4. Faça um pedido concreto para que a ação encontre a necessidade identificada

Por fim, peça de maneira clara e específica para a pessoa fazer algo concreto que irá satisfazer o desejo ou necessidade que acabou de identificar.

Um exemplo: ao invés de dizer “não quero que grite”, seria mais efetivo pedir que “fale num tom mais baixo”.

Para que o pedido não tenha um tom de exigência, permita que a outra pessoa diga não ou proponha alternativas.

E caso necessite de ajuda para se comunicar melhor (clique aqui), conte conosco. Teremos muito prazer em lhe ajudar a conectar-se melhor com os outros ao seu redor.

Coerência no Ano novo Vanusa Cardoso

Ano novo! Comportamentos novos ou velhos?

Bem vindo 2017, começo de um novo ciclo!
 
Na virada do ano fazemos pedidos, reflexões, planejamentos…minha pergunta é: você começou 2017 com comportamentos novos?
 
Se a resposta for sim, parabéns, você realmente está em um ano novo repleto de possibilidades!
Se a resposta for não, prepare-se para o auto engano e frustração, pois se você não muda, nada muda!
Já diria Einsten, “é insano querermos resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas”.
 
Gosto muito de refletir sobre a palavra coerência. Como você tem aplicado essa palavra na sua vida?

Tem tido coerência entre o pensar, sentir e agir?

Em minha vivência profissional como coaching, percebo que muitas pessoas deixam de sonhar porque não tomam decisões com coerência, querem as coisas sem refletir o porquê de fato querem, sem analisar ganhos e perdas.
E aí o que acontece? DESISTEM! E logo chega outro reveillon e a frustração é cada vez maior.
 
Como quebrar este ciclo de frustração?
Minhas sugestões:

  • Olhando de frente para sua vida, sem vitimização, sem culpar ninguém pelos seus insucessos;
  • Perdoando-se internamente. Isso mesmo, se quer um futuro diferente precisa olhar pra trás, agradecer, ressignificar e perdoar;
  • Tendo foco! Muitas pessoas começam vários projetos ao mesmo tempo e se perdem por falta de foco. Lembre-se: tudo que você foca expande. Portanto, se quer resultados extraordinários em algo, foque, foque, foque!
  • Tomando decisões com coerência, que de fato façam sentido para você, sem ter que provar nada a ninguém. simplesmente por você!
  • Listando detalhadamente seus sabotadores e motivadores (internos e externos);
  • Não permitindo que nada nem ninguém vampirizem sua energia;
  • Estabelecendo seu objetivo por escrito, escrever tem poder!

 
Pergunto a você, como tem sido suas decisões?
O que de fato você quer e está disposto a dar seu melhor em 2017?
Qual preço está disposto a pagar para alcançar o que planejou?
Quais nãos você terá de dar a si mesmo e para algumas pessoas para manter-se no foco?
 
Pare por um instante e responda a si mesmo de forma genuína todas essas provocações.
 
Faça acontecer um 2017 diferente, seja íntegro com você, sem auto engano e hipnose de comportamentos.
Faça hoje, faça AGORA, seja o senhor do seu destino e capitão da sua alma!
 
2017 começou! A jornada começou! Vai querer ser o motorista ou passageiro da sua vida? Terá comportamentos novos ou velhos?
 

“Sou o senhor do meu destino, capitão da minha alma.” Nelson Mandela

 
Abraço coach, Vanusa Cardoso
Psicóloga e Master Coach

Imagem destaque Woody: uma reflexão acerca de sonhos e escolhas

WOODY: uma reflexão acerca de sonhos e escolhas

Hoje eu gostaria de lhe fazer um convite: vamos parar alguns minutos e refletir sobre nossos sonhos? Levando em conta que estamos quase na metade de 2016, você já abriu sua lista com as metas para o ano e identificou quais delas foram cumpridas?

Há algum tempo assisti a um curta-metragem que me levou a refletir sobre isso. Sempre fui pautada pelos sonhos e os vejo como algo de suma importância em nossa vida. É por isso que compartilho esse material com você.

Ao assisti-lo, analise tudo o que aconteceu em sua vida durante esses meses; se algo o desviou da rota que havia planejado, se mesmo diante das dificuldades você continuou o caminho, ou se os sonhos foram realizados em uma velocidade inimaginada, por exemplo.

Woody é um stop motion alemão em preto e branco. Sua fotografia é bonita, dramática, reflexiva – uma ótima opção para os amantes de cinema. A mensagem por trás da história é intensa e muito pertinente: o que acontece conosco como nos auto-sabotamos, quando burlamos nossos sonhos e não seguimos o que de fato acreditamos?

 

No curta, vemos o personagem na escola, quando criança, contando sobre o que ele deseja ser quando crescer. Woody quer ser pianista, mas no lugar das mãos, possui pás de madeira, o que dificultaria sua performance. Ao expor essa vontade para os colegas, todos começam a rir e o desencorajam.

Ele desiste e passa a trabalhar com algo que não lhe traz prazer, que não lhe faz sentido. Acorda sem motivação, infeliz, opera suas funções de uma forma mecânica, sem emoção, sem brilho nos olhos – mas sempre com a vontade de se tornar um grande pianista.

Sonhando acordado, sem foco, sem vontade de estar naquele lugar, ele passa a prejudicar a si e a empresa na qual trabalha e, o que muitos viriam como um acontecimento ruim, Woody vê como uma oportunidade. Ele decide transformar suas pás em mãos e recomeçar.

Volta então ao ponto de partida, não dá ouvidos a mais ninguém, apenas ao seu coração e realiza seu sonho.

 

Como você pode seguir os seus sonhos reduzindo os conflitos nos relacionamentos? Saiba agora.

 

Por que devemos ouvir nossa voz interior?

Já percebeu que muitos fatores podem nos tirar de nossa rota e nos levarmos a caminhos que não nos fazem sentido? Por isso a importância de rever as metas constantemente e avaliar o que estamos fazendo, quais estradas estamos percorrendo para que possamos cumpri-las.

Será que neste momento você é um Woody triste, cabisbaixo ou é o Woody feliz, que faz o que gosta e se sente completo com isso? O quanto você tem permitido que as pessoas, que as situações cotidianas interfiram em seus sonhos?

Muito mais do que sonhar, é preciso persistir, ter foco, olhar para dentro de si e confiar que você vai conseguir, que não importa o que aconteça, o que digam, você vai chegar lá. Mas também é preciso acompanhar seus sonhos, verificar se você não está se perdendo, se está fazendo de tudo para realizá-los.

Neste vídeo, eu conto um pouco sobre uma das técnicas que eu utilizo e que dá muito certo: o Baú dos Sonhos. Ele lhe ajudará a conquistar seus objetivos e a seguir em frente, sem medo, com muita fé e perseverança em si e na vida.

 

Então, bora realizar tudo aquilo que você deseja? Não importa se já estamos no final de abril, o que importa é seguir, avaliar suas vontades sempre e nunca desistir.

 

“São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.”

Alvus Dumbledore – Harry Potter