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7 técnicas para liderar pessoas difíceis

Sabemos que ser líder é ter que lidar com pessoas que, muitas vezes, não convergem com a nossa maneira de liderar, com os nossos ideais e com o que esperamos de um liderado, não é mesmo? Principalmente quando se assume uma liderança que já foi de outra pessoa, é comum encontrarmos colaboradores “afrontosos”, que acabam reagindo de forma agressiva às lideranças. Geralmente, são colaboradores que não colaboram para o time, costumam ser irritados e, por diversas vezes, se colocam como vítimas em determinadas situações. Mas, reflita: será que não são? Vítimas da sua história, das bagagens que carregam, de lideranças anteriores e dos seus próprios sentimentos. Para liderar com sabedoria é necessário, antes de tudo, entender que as pessoas são diferentes e que cada uma viveu uma história.

Embora, talvez, em um time novo, você nunca teria escolhido pessoas com este perfil “difícil” de trabalhar, precisa aprender a lidar com elas de maneira profissional. Lembre-se que, se você olhar de forma mais profunda, são essas pessoas que te trarão lições importantes para a sua liderança. Liderar na adversidade também é necessário.

Mas, como fazer com que essas pessoas respeitem a sua posição? Pra começar é preciso calma, muita calma. E depois, o que você pode fazer é seguir algumas destas sete dicas que preparei pra você?

1. Transparência no diálogo, na hora de liderar pessoas difíceis: um desafio necessário

Isso mesmo! Sem rodeios, mas sem discussão com pessoas difíceis. É necessário realizar uma conversa franca, quando se tem este tipo de problema. É preciso se mostrar disposto a ajudar, disposto a ser um bom líder para aquela pessoa. Lembre-se que a história de cada um reflete diretamente em como cada um reage à determinadas situações.

Mas, a verdade é que ninguém é difícil por “padrão”. Ninguém vem de fábrica sendo uma pessoa difícil. Muitas vezes – e isso não é difícil – estes profissionais possuem competências importantes e que, certamente, fazem a diferença no time. Trabalhá-los com calma e paciência pode ser muito benéfico. Pode ser que algo tenha mudado, as ambições tenho se alterado, talvez as relações de trabalho desta pessoa com os colegas não seja mais a mesma, quem sabe possam existir frustrações não expostas. Por este motivo, ter uma conversa limpa, franca, transparente e sem rodeios pode ser a melhor decisão e a melhor maneira para se entender o que está acontecendo.

Que tal começar com a pergunta crucial?

“Como eu posso ser um bom líder para você?”
ou
“Como eu posso ajudar você durante a minha liderança?”

2. Aprenda a confiar (confiar de verdade)

Não adianta, relações são criadas tendo a confiança como base. Se você não confia em alguém, como manter uma relação saudável e que você consiga delegar funções, permitindo o crescimento da outra pessoa? Pense nisso! Geralmente, quando alguém não confia em você, pode acabar lhe desafiando em diversos momentos. São testes! Testes para verificar se você suporta e se merece a confiança. Mas, você como líder precisa saber levar esta situação e lidar com ela da melhor maneira possível. Lembre-se que você precisa ser um líder influente e não a pessoa que vai mudar as atitudes de outros a força. O escritor Dale Carnegie, por exemplo, conta em seus trabalhos que é importante saber influenciar e dialogar. Um dos seus livros, o “Como fazer amigos e Influenciar pessoas”, é um clássico da liderança de influência.

3. Ambiente positivo

Lembre-se que “diminuir” o outro, ressaltar seus pontos de melhorias o tempo inteiro, não é a melhor maneira de adquirir a confiança de alguém. Ao se atentar que você está buscando obter uma melhor gestão, em meio a colaboradores difíceis, é preciso elogiar e ressaltar pontos positivos e acertos. Pense em como você fica ao receber um feedback positivo. É bom demais, não é? A percepção que você tem sobre a pessoa que aplicou o feedback muda para melhor. Lembre-se que todas as pessoas, sem exceção, possuem ego. Quem é elogiado uma vez, quer ser elogiado sempre.

Você também pode tentar extrair dos colaboradores que apresentarem um perfil mais difícil de controlar as características que ela pensa apresentar no trabalho e aproveitar para elogiar e ressaltá-las sempre que possível – se for verdade, claro. Mostre como ela é importante para a empresa e valorize seu colaborador. Aproveite e lembre que quando você mantém a sua mente voltada para o positivo, todo o astral muda e as pessoas sentem isso.

4. É preciso controlar o ambiente

Nem sempre é possível fazer com que pessoas difíceis estejam do seu lado e convergindo com o seu jeito de liderar. Existem situações que fogem das nossa possibilidades e é preciso firmeza. Quando ser paciente e quando se tenta ter um diálogo franco não é eficaz, é preciso mudar o seu estilo de liderança. Manter o controle no ambiente de trabalho é fazer com que tudo ocorra dentro dos termos da liderança, dentro dos pilares e valores da empresa, dentro de uma linha de trabalho que é esperada pela companhia..

Em uma conversa de feedback, por exemplo, é preciso que você, líder, tenha muito claro o que vai falar. Suas ponderações precisam estar listadas e você precisa estar consciente das possíveis respostas, para que possa resolver o conflito de maneira calma, paciente e eficaz. Se perceber que perdeu o controle da situação, talvez seja necessário parar, reagendar a conversa, remarcar e refazer. Controle-se e controle a situação de maneira firme!

5. Pessoas são diferentes. Tá tudo bem!

Acontece! Muitas vezes as pessoas não lidam bem conosco e está tudo bem. Você consegue se recordar as pessoas com as quais gostou de trabalhar e as que não trabalharia novamente se pudesse escolher? A vida é assim! Às vezes lidamos melhores com alguns e não tão bem com outros. Ela pode ser legal com todo mundo, menos com você. Ela pode ajudar e fazer o que todos pedem, menos você. Mas, a culpa não é sua! É preciso se lembrar que algumas pessoas simplesmente não funcionam juntas. Isso é comum nas relações profissionais e até nas pessoais. Nestes casos, é preciso tomar uma decisão. Pedir opiniões de outros líderes, levantar prós e contras de manter o colaborador, por exemplo, podem ser atitudes que te ajudarão a decidir entre continuar com uma determinada pessoa na equipe ou não. Liderar não é sinônimo de solidão. Se estiver na dúvida de qual decisão tomar, depois de ter tentando reverter a situação de todas as formas possíveis, procure líderes que você confia e abra o jogo.

6. Colaboradores que choram

Esse é um momento difícil para líderes. Imagine que em um feedback mais “firme” o colaborador começa a chorar. Isso geralmente ocorre com pessoas que tendem a ser mais emocionais. O choro é um sinal de humanidade e pode revelar situações. No choro e na raiva somos capazes de expor verdade que não diríamos em outra situação e você pode aproveitar isso para controlar a situação e mudar o rumo da história.

Lembre-se que o objetivo na conversa é controlar a situação. Se um colaborador começa a chorar em meio a um feedback por exemplo, tenha empatia. Acalme o colaborador e mude o horário da conversa. Espere ele se acalmar e depois aplique o feedback necessário. Desta maneira, você mostrará que é um líder humano e que se preocupa com o outro, mas que precisa fazer o seu papel.

7. Quem com ferro fere…

Mude este argumento. Essa ideia de “quem com ferro fere, com ferro será ferido” é ultrapassado. Não aplique mais raiva, onde já está recheado de raiva. Liderar pessoas é ter autocontrole, é se conhecer o suficiente para saber como se esquivar destas situações. Se perceber que em uma discussão está usando palavras pesadas, gritos e ofensas, pare. Você está falhando no objetivo de controlar a situação e pode estar cometendo um grande erro como líder.

O que achou deste artigo? Ele certamente poderá te ajudar em diversas situações. Aproveite para compartilhá-lo com líderes que podem estar precisando destas dicas e faça eco na vida das pessoas. Comunicar com amor e empatia, certamente é comunicar melhor. Até a próxima semana!

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Treinamento de liderança: como escolher a melhor opção?

Desenvolver os líderes é uma necessidade factível dentro das empresas. Com o passar do tempo os RHs identificaram novos perfis de líderes, novas expectativas de crescimento e objetivos. Sendo assim, potencializar a evolução dessas pessoas por meio do treinamento de liderança se tornou uma questão que merece atenção.

Quando a empresa toma a decisão de investir no crescimento dos líderes é possível visualizar o antes e depois de um treinamento especializado.

O desenvolvimento pessoal e profissional desperta líderes inspiradores, assim como, pessoas mais conscientes da sua responsabilidade junto ao time e com o legado que pretende deixar na sociedade.

O resultado de tudo isso? Profissionais e líderes alinhados com o propósito da empresa e despertos para o seu relevante papel.

Desta forma, preparei um artigo para que se possa compreender um pouco mais sobre a importância do treinamento de liderança, quais são os tipos que existem até o momento e como você pode escolher o melhor treinamento para o seu time.

Se você deseja saber mais sobre o assunto, continue comigo até o final da leitura.

A importância do treinamento de liderança

Algumas questões são importantes quando se fala em treinamento de liderança. Afinal, estamos citando um grupo de pessoas que representa a empresa de diversas formas, levando sua mensagem e objetivo aos outros colaboradores.

Além disso, os líderes precisam entender o que a empresa espera de resultado, viver os valores da mesma e ter a capacidade de disseminar essas importantes questões para os seus times.

Por mais que essa missão possa parecer complicada, com a ajuda de um treinamento de liderança pode se tornar mais fácil e, totalmente, possível.

Sendo assim, o treinamento de liderança é importante pois:

  • Desperta o líder para a responsabilidade que ele tem junto ao seu time;
  • Causa reflexão sobre a sua missão de vida pessoal e profissional;
  • Desenvolve habilidades necessárias para a execução das tarefas do dia a dia;
  • Proporciona um conhecimento avançado sobre as técnicas e metodologias importantes para a liderança;
  • Aproxima o líder das pessoas ao despertar no mesmo o sentido de união, empatia, confiança e segurança;
  • Conduz o líder por um caminho focado em resultados e qualidade na entrega dos projetos, produtos e serviços, preparando-o para seu crescimento na empresa.

Perceba que essa lista clarifica a concepção do treinamento de liderança. Por meio dele é possível trazer a tona o que o líder tem de melhor, fortalecendo os pontos acima e trabalhando nas situações que requerem melhorias e evolução.

O treinamento de liderança pode abranger questões técnicas, bem como, as comportamentais, necessárias para desenvolver o líder com sucesso.

Você também pode gostar de ler: Treinamento e desenvolvimento de RH: benefícios e prática

Tipos de treinamento de liderança

Sabendo que treinar os líderes é peça chave no quebra-cabeça do sucesso de uma empresa, compreender os tipos de treinamento de liderança é o próximo passo.

Os treinamentos podem ter diversos objetivos e desenvolver diferentes tipos de habilidades técnicas ou comportamentais, mas quero destacar 4 formas significativas para desenvolver o time de líderes.

Mentoria: este formato vai além do treinamento em grupo, pois na mentoria, o líder passa por uma imersão acompanhada pelo mentor. Neste modelo, o mentor se envolve no dia a dia do líder trabalhando suas necessidades de acordo com a realidade dele. Pode ser um complemento interessante a outros de tipos de treinamentos.

Treinamento técnico: como o próprio nome já diz, o treinamento técnico existe para desenvolver conhecimentos específicos que vão resultar em uma profissionalização do líder. Tais conhecimentos podem ser voltados às metodologias de gestão de pessoas, gestão do tempo, uso de tecnologias e etc.

Treinamento comportamental: seguindo a linha do treinamento técnico, o treinamento comportamental tem como objetivo desenvolver habilidades carentes nos líderes. Neste caso, podem ser desenvolvidas pontos importantes como: comunicação, oratória, poder de escuta, capacidade de delegar, motivação e etc.

Gamificação: esse formato de treinamento pode vir casado com todos os tipos acima, mas também, pode ser uma forma lúdica de passar uma mensagem ao time ou de desenvolvê-los. Na gamificação pode-se explorar os jogos, os momentos de integração em equipe, como por exemplo, cozinhar juntos ou construir algo em equipe.

É importante destacar que você não precisa escolher somente um tipo de treinamento de liderança para utilizar, fazer uma mescla de diferentes formatos pode ser uma decisão inteligente.

Como escolher a melhor opção para o seu time?

Se você chegou até este ponto da leitura, pode estar pensando: Ok Vanusa, mas como escolho a melhor opção de treinamento para os meus líderes?

Sendo essa uma definição importante, quero destacar alguns pontos para que possa refletir no processo de escolha:

1) Liste as suas necessidades: de pouco adianta procurar um treinamento de liderança se você não souber o que deseja alcançar com tal iniciativa. Sendo assim, a primeira coisa a fazer é listar quais são as necessidade e dores do seu time. Desta forma, você poderá identificar o tipo de treinamento mais importante para o momento.

2) Verifique o orçamento: tendo em vista o tipo de treinamento que necessita, verifique a disponibilidade de orçamento e o seu budget para colocá-lo em prática. Sem essa informação você pode investir muito tempo em algo que não é factível para a empresa.

3) Pesquise por empresa e profissionais: faça uma pesquisa caprichada para identificar potenciais empresas e profissionais que possam realizar o treinamento. Identifique se os mesmos trabalham com a lista de necessidades que você fez e se estão dentro do seu budget. Procure ter em mãos pelo menos 3 orçamentos, com isso seu processo de escolha será mais assertivo.

4) Confirme a adesão dos líderes: uma vez que você tem uma proposta em mãos e uma ideia de como será o treinamento, procure confirmar a adesão dos líderes. Para que o treinamento tenha sucesso é importante que os mesmos estejam comprometidos a entrar na jornada de coração e mente. Confirme essas questões antes de seguir em frente, bem como a duração, dias e horários do treinamento de liderança.

Uma necessidade, muitos benefícios

Realizar o treinamento de liderança não deve ser algo pontual na sua empresa, mas sim um processo contínuo e alinhado com as expectativas de resultado.

O crescimento da empresa parte de uma relação ganha-ganha, ou seja, a responsabilidade pelo desenvolvimento do líder é mútua. Assim como a empresa precisa estar disposta e oferecer os treinamentos, os líderes precisam estar interessados e comprometidos com o processo.

Essa é uma necessidade latente que traz diversos benefícios para todos, como percebemos ao longo do artigo.

E você, como organizar e seleciona os treinamentos na sua empresa? Deixa aqui nos comentários.

Conheça o nosso Programa PDL Coach para desenvolvimento de Líderes.

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Conheça 3 tipos de liderança e identifique qual é a sua

Quando falamos em tipos de liderança, precisamos analisar conceitos, perfis e atitudes. Um líder considerado de “alto nível”, é aquele que conhece tudo o que passa na sua equipe e com base nas informações que colhe, conserva atitudes que proporcionam o melhor desempenho do time – à fim de beneficiar as empresas.

Além disso, um líder que se diferencia no mercado, possui um relacionamento estratégico de confiança com a equipe e, com isso, consegue se adaptar a situações e tomar decisões consideradas importantes, a exemplo do que acontece com a liderança situacional.

Se você deseja conhecer os 3 tipos de liderança que escolhi para explorar neste artigo e, também, tentar identificar qual é o seu próprio tipo de liderança, continue comigo nessa leitura.

3 tipos de liderança que você precisa conhecer

Quais são os três tipos de liderança mais comuns? Conheça agora um pouco mais sobre cada um deles.

Líder Autoritário

O perfil autoritário ainda é muito comum. Geralmente é focado na execução e tem como pilar as “regras” pré-determinadas.

Neste tipo de liderança, a voz do líder é a única que importa e este perfil, muitas vezes, não considera a opinião dos liderados.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo.”

Este tipo de “persona” de líder costuma definir os caminhos a serem seguidos e inclusive, quem fará o que. A grande problemática, especificamente nesta situação, é que um colaborador pode acabar se envolvendo em um projeto que não converge com o seu perfil profissional – isso poderá acarretar em demora na entrega e baixa produtividade.

A equipe deste líder costuma ser desmotivada e, na maioria das vezes, não enxerga possibilidade de crescimento. Bons profissionais podem ser perdidos no meio do caminho e a empresa pode sofrer as consequências por fomentar este tipo de liderança.

Conheça algumas características do líder autoritário:

  • Relação de poder;
  • Não aplicação de feedbacks;
  • Pouca ou nenhuma escuta;
  • Pode aparecer em momentos de crise extrema.

Líder Democrático

Quando falamos de democracia, vamos no caminho oposto do autoritarismo. O líder democrático entende as pessoas e estimula os colaboradores a participarem, darem ideias, inovarem, sugerirem mudanças e, com isso, podem participar nas decisões da equipe de forma ativa.

“Nossa união será capaz de destronar qualquer prova de fogo!”

Contudo, este tipo de líder sabe que embora os liderados tenham poder de voz e sejam escutados, as consequências das decisões recairão sobre ele. Isso faz com que o líder democrático acompanhe de perto as decisões.

As características mais comuns deste tipo de liderança são:

Líder Liberal

Esta liderança pode ser excelente ou um desastre total, tudo dependerá de como e em que situação ela é aplicada.

O líder liberal costuma dar total liberdade para que os colaboradores possam realizar as suas atividades sem que haja uma supervisão invasiva.

“A confiança é nossa bandeira!”

Quando se tem uma equipe experiente e quando o líder conhece profundamente os seus liderados, essa liderança pode cair como uma luva. A confiança, neste tipo de liderança, é primordial. Além disso, é necessário identificar quais colaboradores se adequam a esse tipo de trabalho, pois o líder precisa perceber quais se sentem mais à vontade para realizar tarefas profissionais sem que haja uma figura de “chefe” ao lado.

Assim como o líder democrático, este tipo de perfil de liderança também é 100% responsável pelas consequências das decisões.

Veja algumas características deste tipo de líder:

  • Não costuma influenciar no trabalho individual;
  • Não costuma traçar planos a longo prazo
  • Sua influência entra apenas quando necessário.

Leia também: Como e quando posso elogiar em grupo?

Que tipo de líder eu sou?

Nesta altura do campeonato, você deve estar se perguntando: que tipo de liderança eu devo adotar?

E se eu te falasse que o ideal é que você aplique todos os tipos de liderança, em diferentes proporções e de acordo com cada situação?

Isso mesmo! Inclusive o Líder Autoritário!

Lembre-se que os times possuem pessoas e pessoas possuem perfis diversos. Não é preciso ir longe demais. Pense na sua trajetória profissional e tente lembrar dos indivíduos que representavam perfis como: o experiente, o perdido, o desmotivado, o influenciador.

Pensou? Agora pense que, como líder, você cruzará com estes perfis na hora de liderar, então é necessário lidar com cada um deles de forma diferente. Conhecer a equipe, permitirá que você desenvolva maneiras diferentes de lidar com cada colaborador. Lembre-se que a maioria dos times, geralmente, são heterogêneos.

A melhor maneira de ser um líder de sucesso é conhecendo a sua equipe. Desta forma, você conseguirá definir como se portar em situações distintas.

Aproveite para deixar nos comentários o que você achou deste material e se ele foi útil para melhorar a sua liderança.

Você também pode gostar de ler: Você é um líder e busca técnicas para fortalecer seu time?

Você também pode gostar de assistir: Liderança Situacional em momentos de crise

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Pipeline da Liderança: o que é e como aplicar na sua carreira

Uma casa só pode ser construída quando são respeitadas suas diversas etapas de evolução e execução. Se você colorir as paredes antes de finalizar o telhado pode ter um retrabalho desgastante. Essa analogia serve para a carreira do líder, assim como nos mostra a teoria do Pipeline da Liderança.

Eu gosto muito da forma como os criadores do Pipeline da Liderança visualizaram a evolução de um líder na empresa. Para Ram Charam, Stephen J. Drotter e James Noel a carreira do líder é composta por diversas tubulações (pipeline) pelas quais ele passará ao longo do tempo.

Sendo assim, entender a importância desse ponto de vista e de que forma os níveis da liderança afetam o sucesso (ou o insucesso) das pessoas, pode auxiliar na tomada de decisão dentro das empresas.

Liderar uma equipe pode ser uma missão almejada por muitas pessoas durante sua jornada profissional. Mas será que todas estão atentas ao que cada passo da evolução exige e espera?

À vista disso, desejo explorar o conceito de Pipeline da Liderança nas próximas linhas. Meu objetivo com esse artigo é despertar um novo olhar sobre a necessidade de preparação e foco em cada transição que o líder fará ao longo da vida.

Para saber mais sobre o que é o Pipeline da Liderança, por que você deve considerá-lo e quais são os níveis de transição pelo qual um líder pode passar, continue comigo até o final da leitura.

O que é o Pipeline da Liderança?

Essa é uma expressão que denota “canalização”. Ou seja, diz respeito a um conjunto de tubulações que se dividem em diferentes canais.

Calma que o assunto não é sobre sobre construção civil, por mais que a analogia seja extremamente compatível. Essa é uma forma metafórica de explicar os níveis de transformação pelos quais um líder pode passar ao longo da sua jornada.

Sendo assim, no Pipeline da Liderança os desdobramentos dos canos indicam as mudanças emocionais e disciplinares que o líder vai viver ao assumir tarefas mais complexas no avançar da sua carreira.

De acordo com o conceito dos autores, o Pipeline da Liderança tem 6 níveis de gestão. Ou seja, da mesma forma em que não se pode colocar o teto de uma casa sem construir as paredes, um líder terá sérios problemas ao galgar do primeiro nível para o 3º ou 4º, por exemplo.

Para evitar um desgaste, que também reflete na equipe, se faz necessário ter clareza sobre cada nível, identificando aquele em que se está bem como, o que precisa ser feito a fim de se preparar para o próximo.

Leia mais: O que é liderança situacional e como aplicá-la no dia a dia

Por que você precisa dar atenção do Pipeline?

Quando se fala em Pipeline da Liderança logo vem em mente o processo de sucessão ou transição.

Portanto, o líder precisa entender que cada nível da liderança requer um conhecimento e um desenvolvimento específico. Uma mudança por si só, já é promotora de desconforto. Agora imagine essa situação quando as etapas de planejamento e preparo são negligenciadas.

Os autores deixam claro que pular as etapas do Pipeline da Liderança resulta em consequências preocupantes, tanto para o profissional quanto para a empresa. Tal iniciativa pode causar uma “obstrução” do Pipeline.

Desta forma, dar a devida atenção ao conceito proposto favorece o líder e a equipe em diversos aspectos. Observe:

  • Melhora na estruturação dos treinamentos dos líderes;
  • Por conhecerem suas funções, os líderes tendem a trabalhar com maior assertividade em cada nível;
  • Identifica as pessoas com maior potencial para atuar em cada nível de gestão;
  • Facilita o planejamento das sucessões.

Os seis níveis de transição do Pipeline da Liderança

Ao chegar neste ponto da leitura você certamente quer saber como identificar o seu nível no Pipeline e, também, quais são as habilidades necessárias para avançar para o próximo.

Pois bem! Vamos conhecer os 6 níveis do Pipeline da Liderança a partir de agora.

Transição 1: de liderar a si mesmo para liderar (gerenciar) os outros (líder de primeira linha)

O primeiro estágio envolve os colaboradores no início da carreira e ainda com pouca experiência de liderança. Aqui o profissional deixa de ser um analista ou técnico e passa a ser um líder.

Os autores ressaltam que essa primeira transição é a mais difícil pois, cria-se um novo processo de identidade (é preciso tirar a roupagem de colaborador técnico e se apropriar da roupagem de líder). Neste estágio inicial o foco está no planejamento das suas atividades e da sua equipe, na capacidade de motivar, treinar, avaliar, selecionar e desligar colaboradores.

Transição 2: de liderar (gerenciar) os outros para gerenciar gerentes (supervisores/coordenadores que lideram os líderes de primeira linha)

Nessa etapa, os colaboradores já estão acostumados com a cultura da empresa e passam a assumir mais responsabilidades. Talvez essa diferença no nível de tarefas seja a característica mais distinta com a etapa anterior, pois aqui, a pessoa deve ser capaz de se desfazer das tarefas individuais para apenas gerenciar os outros.

Em termos de habilidades, o foco se volta à capacidade de avaliar e selecionar outras funções de primeiro nível, atribuindo-as aos colaboradores, ajudando-os com o trabalho gerencial e medindo o progresso para descobrir se a pessoa está apta ou não para passar para o nível seguinte.

Transição 3: de gerenciar gerentes para gerenciar uma função (gerente geral de unidade que lidera supervisores/coordenadores e gerentes de setor)

Neste terceiro nível, normalmente vemos a nomenclatura nas empresas como gerente geral da unidade. A diferença entre administrar gerentes e gerenciar uma função pode parecer sutil, mas existem vários desafios por trás desse processo. A chave do sucesso é desenvolver habilidades de comunicação para conseguir fazer parte da equipe e entender as necessidades e preocupações dos outros. Em outras palavras, o grande salto diz respeito à capacidade de enxergar e entender o quadro geral da empresa.

Transição 4: de gerente operacional a gerente de negócios (gerente corporativo de negócio de lidera gerentes gerais de unidades)

Nessa etapa, o gerente dá um grande salto na escala de liderança. Em contrapartida, precisará ter a capacidade de atuar sob maior pressão, uma vez que a autonomia para tomar decisões se expande ainda mais. Talvez essa seja a mudança mais importante no Pipeline de Liderança, já que as habilidades sofrem uma transformação interessante, passando de “ser capaz de gerir” para “ser capaz de liderar”.

Transição 5: de gerente de negócios a gerente de grupo (diretorias que lideram gerentes corporativos e gerentes gerais)

A diferença da fase anterior para essa é simples: enquanto um gerente de negócios se concentra nas conquistas de sua equipe, um gerente de grupo fica satisfeito e valoriza o sucesso de outros grupos.

Transição 6: de gerente de grupo a administrador de empresa (CEO que lidera diretorias)

Por fim, temos a última transição do modelo de Pipeline de Liderança, na qual os gerentes de grupo se tornam administradores de empresas, como CEOs, por exemplo. Neste momento, eles estão muito mais focados em valores do que em habilidades, uma vez que já aprenderam as habilidades necessárias em cada nível com sua experiência durante as transições anteriores.

O desenvolvimento dos líderes nessa última etapa deve enfatizar o pensamento visionário no lugar do estratégico.

E você, onde se encontra nesse momento?

Chegou a hora de olhar para a sua gestão e identificar qual é o seu nível atual de liderança. Ter clareza sobre esse ponto é fundamental em um processo de transição tranquilo e planejado.

Além do mais, assumir uma nova responsabilidade com segurança e compreensão assertiva das funções a serem executadas, só trará benefícios para todas as partes.

Antes de ir embora, comenta aqui embaixo: qual é o seu nível no Pipeline da Liderança?

Você também pode gostar de ler: Como aprimorar seu autodesenvolvimento e crescer na carreira?

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Você sabia que o líder pode transmitir ansiedade?

Se tem um momento repleto de ansiedade nas empresas, sem dúvida, é o que estamos vivendo. Ninguém estava preparado para uma pandemia, que levaria muitas empresas a migrarem para o trabalho remoto. Com essa surpresa, veio também um aumento no nível de estresse e ansiedade que assola líderes e liderados.

A medida que as economias se fecham e que o caos em torno do Covid-19 aumenta, fundadores, gestores e até os próprios colaboradores têm percebido uma certa fragilidade em negócios, gerando incerteza e medo do que pode vir.

Perceba! Do que pode vir. Não do que está.

Liderar quando se está ansioso é um desafio. E manter a postura de líder diante dos problemas pode ser ainda mais difícil.

Contudo, para que isso seja possível, é necessário conhecer e aceitar as suas emoções, senti-las e entendê-las.

Reconheça suas emoções e fique atento aos gatilhos de ansiedade

Ninguém vai muito longe quando ignora as emoções que sente. Não quer dizer que você precise desistir ou abandonar o barco quando está com medo, por exemplo, mas é preciso acolhê-lo e ressignificá-lo.

Você pode gerenciar as emoções que sente, incluindo a ansiedade.

Pense comigo: você está ansioso e aí começa a resolver tudo com pressa, sem medir consequências, sem fazer cálculos simples e de repente, tudo começa a desmoronar.

Já imaginou que você pode ter negado suas emoções? Ao deixar de lado as suas emoções como a ansiedade e o medo pode estar se jogando no mar de incertezas.

A questão é que quando você pensa que resolverá o problema, ao tomar tal atitude, acaba ficando cada vez mais ansioso e com medo, por não solucionar o que era necessário.

Quando você, antes de tudo, entende e acolhe o seu medo e a sua ansiedade, consegue traçar planos para lidar com esses sentimentos e com futuros problemas que possam surgir.

Como lidar com a ansiedade?

Lembre-se que os seus sentimentos são seus.

Sendo assim, é preciso rotular cada sensação que tem e identificá-las. Só assim poderá mudar as suas próximas atitudes. Mergulhe nos seus pensamentos, identifique quando estiver ansioso e administre isso com cautela.

Diversos estudos já provaram que pessoas que possuem uma compreensão maior sobre seus sentimentos, tendem a obter mais sucesso nas suas profissões e tarefas.

Quando você se entende com os seus sentimentos é capaz de melhorar o desempenho, os relacionamentos, torna-se inovador e capaz de atenuar conflitos na equipe.

Entender os seus gatilhos e quando se sente ansioso é necessário para administrar a ansiedade e ter bons resultados. Quando perceber que está ansioso, identifique quais reações físicas vêm com esse sentimento. Pode ser uma dor no estômago, uma aflição, um excesso de movimentação. Identifique-as, esse é o primeiro passo.

Anote qual foi a situação ou interação que gerou esse tipo de sensação e trabalhe para ressignificar esse momento, estude a melhor maneira de passar por ele sem que seu corpo sofra as consequências. Chamamos esses sinais de “indicadores” de ansiedade.

A ansiedade pode ser manifestar com aperto no peito, respiração superficial, mandíbulas cerradas, ombros tensos, sintomas gastrointestinais, erupções de pele, alterações no apetite e flutuações radicais de energia.

Será que eu sou um líder ansioso?

Você já se fez essa pergunta? Se a resposta for sim, talvez já tenha percebido a sua ansiedade e isso pode ser um excelente passo.

Abaixo, existem alguns elementos que podem ajudar a identificar se você é um líder ansioso. Marque com um “X” a cada afirmativa e ao final confira um resultado.

(  ) Você é tipo de pessoa que tenta abraçar situações demais na sua empresa?
(  ) Você apresenta certa dificuldade de delegar, por medo de que as coisas não saiam como o planejado?
(  ) Você percebe um aumento dos batimentos cardíacos quando entra em reuniões com seus diretores?
(  ) Você é o tipo de pessoa que enxerga perigo em tudo e tem medo de se arriscar por conta disso?
(  ) Quando você percebe que está diante de um problema, sua fuga é comer algo, tomar um café, beliscar um doce?
(  ) Você vai dormir pensando nos problemas que terá que resolver no trabalho no dia seguinte?
(  ) Durante o dia você costuma sentir tensões musculares com frequência?
(  ) Você costuma ter medo de falar em público?
(  ) Você costuma se preocupar em excesso com as coisas e isso afeta o seu desempenho no trabalho, fazendo com que acabe procrastinando em determinadas tarefas?
(  ) Você tem irritabilidade ou alterações de humor rotineiras?
(  ) Você tem dificuldade de se concentrar nas tarefas ou se sente cansado ao longo do dia?
(  ) Você tem problemas rotineiros de estômago, diarréia, cansaço ou aceleração cardíaca?
(  ) Você se considera uma pessoa perfeccionista?

Confira abaixo o resultado:

( 1 – 5 marcações) POUCO ANSIOSO
Você pode estar ansioso com alguns pontos no trabalho, mas pode administrar isso de maneira simples, sem muito esforço. Você já é um líder moderadamente controlado e, sem dúvida, se colocar as coisas no papel conseguirá conduzir tudo da melhor maneira.

(6 – 10 marcações) MAIS OU MENOS ANSIOSO
Talvez seja o momento de identificar o que causa a sua ansiedade, pois a sua equipe poderá sofrer no futuro as consequências deste sentimento. Lembre-se que, para gerir bem uma equipe, é necessário estar em harmonia com você mesmo. Comece a praticar exercícios físicos que te animam, treine a sua respiração, melhor sua alimentação e aproveite para identificar todos os gatilhos que despertam a ansiedade dentro de você.

(Acima de 10 marcações) MUITO ANSIOSO
Ok, é necessário avaliar a sua ansiedade! Se você continuar ignorando ela, você, seu time e até a própria corporação poderá sofrer consequências graves. É preciso identificar os gatilhos que despertam a sua ansiedade e trabalhá-los, para que você consiga ressignificar determinadas situações. Não negue o seu sentimento, abrace-o. Esta é a melhor maneira de melhorar!

É hora de gerir a sua ansiedade

Depois de entender quando ela surge, é preciso gerir a ansiedade. É preciso administrá-la diariamente para que você cresça como líder e para que seja mais produtivo.

Entenda quais situações você pode e qual não pode controlar. Entenda que nem tudo depende de você. Concentre-se na sua respiração, por exemplo, tente mudar o foco da atenção.

Tudo se resume a entender e a conhecer a si próprio.

Quando você conhece seus sentimentos, sem dúvida, consegue gerir cada um deles, de maneira eficaz.

E então, você identificou o seu nível de ansiedade? Tem vontade de trabalhar este ponto e virá-lo ao seu favor? Conheça o nosso curso Jornada Quarentena 4.0 Corporativa e leve a mudança para você e toda a sua equipe.

Aproveite e deixe nos comentários o que achou deste artigo.
A gente se vê na próxima semana, aqui no blog!

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5 formas de ser uma liderança motivadora

Sem dúvida alguma, o sonho de todo líder é ter uma equipe engajada, motivada e disposta a obter resultados que sejam satisfatórios para a empresa, apresentando soluções eficazes e que gerem crescimento. A liderança motivadora é um desafio gratificante.

Principalmente durante o isolamento social, ser um líder motivador tem sido um desafio para quem está à frente de uma equipe.

Sendo assim, esse é um convite para que possamos conferir junto a 5 dicas que separei a fim de alcançar um status, super bem vindo, de liderança motivadora. Vamos ver?

O que é liderança motivadora?

Ser um líder que motiva a equipe é estar presente em cada etapa dos processos de negócios, seja na venda direta ou na gestão do negócio.

Você consegue se imaginar em um ambiente que não te estimula e que, de certo modo, não gera crescimento ou agrega para seu desenvolvimento pessoal? Ruim, não é?

Por isso é importante se colocar no lugar dos membros do seu time. Empatia é a palavra que resume uma liderança motivadora. Por isso, preparamos cinco maneiras de você tornar a sua gestão mais eficaz e para que você consiga despertar o melhor das pessoas, durante a sua gestão.

Cada pessoa se motiva de uma maneira e é preciso entender isso, para que você consiga ser um líder motivador. Este é um dos maiores desafios. Afinal, se um líder não sabe o que motiva o time, como ele pode traçar planos para que a sua gestão gere resultados?

Quando você, como líder, identifica estes pontos, consegue despertar dentro de cada pessoa um motivo para dar o seu melhor. Estes motivos podem ser diversos: ambiente acolhedor, dinheiro, uma promoção, amigos e etc.

Desta forma, preparamos cinco dicas de ouro para ajudá-lo na missão. Confira abaixo:

5 formas de ser uma liderança motivadora

Apesar de desafiador é sempre possível.

Saber ouvir

Um líder que não sabe ouvir, não consegue entender o que o time precisa para se motivar. Lembre-se que você já esteve naquele lugar e não ter alguém que o ouça, sem dúvida, torna o trabalho um pouco mais desafiador.

Esteja preparado para entender e ouvir a equipe. Quando você abre espaço e cria esse tipo de relação de escuta com o seu time, pode se surpreender positivamente com as ideias e soluções que vêm ao seu encontro.

Dar feedbacks é ótimo, mas ouvir também é crucial

Todo mundo precisa de feedback.

Podemos usar como exemplo a era da internet, pois neste ambiente tudo o que fazemos é esperar feedback. Seja em uma foto que postamos no Instagram ou um vídeo que colocamos no YouTube, não é mesmo?

No trabalho não é diferente. Em tudo aquilo que colocamos o nosso esforço, esperamos um feedback – para elogiar ou para melhorar. Se algo está ruim e você não fala, continuará do mesmo jeito. Se algo está bom e você não fala, pode desanimar o colaborador. Se alguém está fazendo algo errado, sinalize. Se está fazendo algo certo, parabenize. Quando alguém vier lhe dar um feedback, esteja aberto. É preciso saber se você também está no caminho certo!

Não há crescimento, sem conhecimento

A evolução depende de entender a teoria. É claro que na prática há desenvolvimento, mas compartilhar conhecimento teórico também é uma excelente forma de motivar. Cursos, treinamentos e ações de imersão.

Tudo isso pode motivar o seu time e poderá valorizar a sua equipe. Afinal, se você como líder está ajudando ela a crescer, porque não ajudaria a impulsionar a empresa. A ideia de que todos podem crescer juntos, quando colocada em prática, é um excelente combustível para a impulsão do time.

Trace planos, desafie

Existem pessoas que só conseguem crescer diante dos desafios. Ao serem desafiadas, desperta-se dentro delas uma vontade de realizar. Trace planos, metas alcançáveis, mostre os caminhos, indique as responsabilidades e também fale sobre os desafios. Ao mesmo tempo, esteja pronto para auxiliar no processo. Mostre-se aberto a ajudar e apoiar o crescimento do seu colaborador. Desta maneira eles poderão se sentir como parte da empresa.

Reconheça, conheça, entenda o seu time

Bom, se você chegou até aqui, já deve ter entendido que a motivação é algo que precisa ser despertado individualmente.

Então, para causar esse despertar, você precisa conhecer o seu time. Qual é a motivação da pessoa que está ao seu lado, na jornada de crescimento da sua empresa? Dinheiro? Elogios? Promoção? A compra de um imóvel próprio?

Lembre dos integrantes do seu time sobre a importância do sucesso, para que eles possam alcançar os seus próprios objetivos. Atrele o sonho à caminhada e mostre o quão importante é o foco para a obtenção dos resultados esperados, tanto para ele quanto para a empresa.

E então, como você tem motivado o seu time?

Quais são os maiores desafios que você encontra na hora de estimular as pessoas da sua empresa? Deixa aqui nos comentários.

Aproveite para compartilhar este texto com alguém que você acredita que precisa lê-lo.

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